A autobiografia de Vanessa Vidal
Vanessa Vidal, modelo surda, Miss Ceará 2008, segunda colocada no Miss Brasil 2008, tornando-se Miss Brasil Beleza Internacional 2008. Talentosa, com muita garra, beleza, elegância e superação, esta cearense tem conquistado a cada dia o seu espaço no disputadíssimo mundo da moda em todo o Brasil!
Temos a honra de informar a todos os amigos e amigas do lançamento do livro - A Verdadeira Beleza - autobiografia da Miss Ceará 2008, Vanessa Vidal. O livro custa R$ 25,00 e para adquiri-lo você deve fazer um depósito ou transferência bancária para a conta abaixo:
Banco do Brasil
Agência: 2903-3
Conta Corrente: 35.968-8
Após efetuado o pagamento envie um email para o endereço vanessalvidal@yahoo.com.br, anexando o recibo escaneado e eu enviarei seu livro.
Dúvidas, acesse: http://www.vanessavidal.com.br/index.php/fale-comigo
Perfil e Atualidade (por ela mesma) – Eu sou Vanessa Vidal, nasci em Fortaleza, em 03 de março de 1984 estudo Ciências contábeis e Letras Libras, sou modelo profissional, trabalho com ensaio fotográfico, desfiles, catálogos,outdoors.
Trabalho na Compedef, Comissão Técnica Municipal Para Elaboração de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência.
Ministro palestras, seminarios, encontros nacionais, regionais e municipais, estaduais.
Sou instrutora de Libras (Lingua Brasileira de Sinais) em escolas, repartições públicas, em eventos, em cursos, etc.
Recentemente lancei minha auto-biografia com o titulo de “A Verdadeira Beleza”
Apoio: instituições carentes.
Sonho: ser política
Homem ideal: O fiel
Livro: Pequeno príncipe
Filme: Filhos do silêncio
Ídolo: Fábio Assunção
Passeio: Praia
Família: A base de tudo
Inesquecível : viagem
Busto: 88
Cintura: 63
Quadril: 92
Peso: 57
Altura: 1,78
Manequim 38
Olhos: Castanhos
Cabelos: Castanhos claro
24 de mai. de 2010
Filmes - História
O filme de Ridley Scott que tem Gerard Depardieu no papel principal, focaliza o principal momento da expansão marítima espanhola, quando em 1492 Cristóvão Colombo tentou atingir o Oriente navegando para o Ocidente.
O filme faz uma retrospectiva histórica da Itália desde o início do século XX até o término da Segunda Guerra Mundial, com base na vida de Olmo, filho bastardo de camponeses, e Alfredo, herdeiro de uma rica fam&ia
O filme focaliza a história da Itália no século XX, através da vida da abastada família do intelectual Carlo, caracterizando a bipolarização ideológica entre fascismo e comunismo que marcou o mundo d
Aproveitando a recente decisão do governo e de empresas alemãs em indenizar as vitimas do Holocausto, conheça o principal filme sobre o trabalho escravo de judeus durante a Segunda Guerra.
O filme retrata a "Guerra Guaranítica" na região de Sete Povos das Missões, no final do século XVIII, época dos tratados de fronteiras assinaados entre Portugal e Espanha.
As aventuras de Odisseu com os mitos e lendas característicos da Grécia Homérica, numa megaprodução de Francis Ford Coppola.
O filme retrata a França em 1572, quando do casamento da católica Marguerite de Valois e o protestante Henri de Navarre, acaba servindo de estopim para um violento massacre de protestantes conhecido como a "noite de São Bartolomeu".
No século XVI, uma expedição de conquisladores espanhóis, enfrentando a febre, os índios e as feras, entra na selva amazônica em busca do Eldorado, o fabuloso reino de ouro.
O filme de Spielberg retrata o julgamento de 53 negros nos Estados Unidos, que na tentativa de fugir para África, matam a maior parte da tripulação do navio negreiro La Amistad em 1839.
Este filme é considerado um dos melhores estudos sobre o Nazismo. Lembra que chamar Hitler de artista medíocre não elimina os estragos causados por sua estratégia de conquista universal.
Amigo do padre Cícero, o fotógrafo Benjamim Abrahão, parte para o sertão nordestino, para filmar Lampião e seu bando nos anos 30.
A ficção passa-se no atual Mato Grosso do Sul, quando no final do século XVIII, um grupo de portugueses designados para fazer um levantamento topográfico na região do Pantanal se envolve com estupro de índias da t
O filme 'Cabra Marcado Para Morrer' é um documento singular, um filme dentro do filme, em que personagens, equipe técnica e elenco se integram retratando a realidade da ditadura militar no Brasil nos anos 60 e 70.
A morte do rei de Portugal D. José I em 1777 e a declaração de insanidade de D. Maria I em 1972, levam seu filho D. João e sua mulher, a espanhola Carlota Joaquina, ao trono português.
Mais uma obra prima de Etore Scola que, através de diferentes personagens, mostra as diversas visões sobre a Revolução Francesa, em meio a fuga de Luís XVI.
Através da vida de uma professora, que ganha a vida escrevendo cartas para analfabetos, e de um garoto nordestino, que perde sua mãe em um acidente no Rio de Janeiro, a obra, retrata os problemas sociais que afetam a população
O filme Cidade de Deus, bem como seu sucesso de bilheteria, constitui um fato político, pois desnuda o Brasil da dívida social e dos excluídos.
Depois de ter sido condecorado por bravura na Guerra de Secessão, o tenente da União John Dubar retira-se do Tenessee para um forte no Sioux em 1863. Esgotado com os valores da sociedade, passa a viver harmoniosamente com os indígena
Na fase popular da Rev. Francesa, instala-se o período do "terror", quando a radicalização revolucionária dos jacobinos encabeçada por Robespierre inicia um violento processo político com expurgos, manipulaç
Premiado como melhor documentário e melhor roteiro no XV Festival de Cinema de Brasília, EH PAGU, EH!, dirigido por Ivo Branco é agora lançado em vídeo.
O filme analisa a Inglaterra absolutista de Elizabeth I (Isabel, a Rainha Virgem), que subiu ao trono em 1558 para tornar-se a mulher mais poderosa do mundo.
Em 1974, um atentado a bomba produzido pelo IRA (Exército Republicano Irlandês) mata cinco pessoas num pub de Guilford, arredores de Londres. O jovem rebelde irlandês Gerry Conlon e três amigos são presos e condenados pelo
O filme retrata a vida de Evita Perón, artista casada com o presidente da Argentina e que tornou-se a "Mãe dos Descamisados" no contexto do populismo.
Clássico do cinema épico, o filme é uma pequena biografia de Mahatma Gandhi, considerado o principal líder no processo de independência da Índia, com seu ideal de "resistência pacífica".
documentário sobre a luta armada contra o regime militar. PROMOÇÃO do Historianet e Rio Filmes, confira!
A Indochina, colonizada pela França desde o final do século XIX, é retratada nesse filme através do cotidiano de uma órfã vietnamita adotada por um casal de franceses. A crise do imperialismo e a revoluç&at
O filme retrata a figura de Joana dâ??Arc, através de uma aventura estilizada e uma versão mais humanizada do mito que se tornou a jovem de origem camponesa que conseguiu exaltar o nacionalismo francês, na luta contra os ingleses duran
Doutorado em teologia, Lutero não conseguia compreender alguns dogmas da Igreja Católica para com seus súditos. Como por exemplo, a "oferta" de indulgências aos fiéis, em troca da salvação de suas almas do purgatório.
O filme mostra a infância, o enriquecimento e a falência do Barão de Mauá (1813-1889), empreendedor gaúcho, considerado o primeiro grande empresário brasileiro, responsável por uma série de iniciativas
O Chile pós-golpe de Estado, os primeiros dias da repressão e todo horror da ditadura chilena, considerada uma das mais violentas da América Latina, são fielmente retratados pelo filme.
Um filme que resgata o século XX através de imagens que marcaram as principais transformações ocorridas na história.
Em 1757 franceses e ingleses na Guerra dos 7 anos (1756-1763) lutam pela posse de terras na América do Norte, usando como soldados índios de diferentes tribos.
O filme faz uma retrospectiva da trágica saga de Pu Yi, herdeiro do trono chinês, que foi criado em meio à realeza, mas com a tomada do poder pelos comunistas, é deposto, ainda adolescente, e tem que se adaptar à vida no
A vida de Averróis, filósofo, médico e juiz de Córdoba no século XII.
O filme retrata a Revolução de 1905 na Rússia, que pode ser considerado um movimento democrático, contra o autoritarismo do Czar.
Em cartaz em diversos cinemas do país, o filme é uma ficção, porém retrata aspectos importantes da vida cotidiana do Império Romano.
O filme é uma das mais clássicas comédias de época do cinema italiano, retratando a Baixa Idade Média, através do cavaleiro Brancaleone, que lidera um pequeno e esfarrapado exército.
Estranhas mortes começam a ocorrer num mosteiro beneditino localizado na Itália durante a baixa idade média, onde as vítimas aparecem sempre com os dedos e a língua roxos.
O filme do consagrado diretor Ingmar Bergman mostra a crise de um cavaleiro medieval diante da morte no século XIV assolado pela "peste negra".
O filme retrata a história do jornal O Sol, um dos primeiros veículos da imprensa alternativa brasileira, produzido diariamente durante seis meses, num período conturbado, em 1968, momentos antes do governo militar decretar o AI-5. O diário impresso falava de cultura, política e educação por meio de sátiras.
O filme mescla um romance épico com artes marciais, para retratar a China no início do século XIX, através da disputa de dois casais de guerreiros por uma espada lendária.
Estréia no próximo dia 20 de agosto o filme Olga, dirigido por Jaime Monjardim e baseado no best seller de Fernando Moraes. Vale a pena conferir e trabalhar em sala de aula.
O filme retrata importantes passagens na vida dos hebreus, que por volta de 1250 a C. conduzidos por Moisés, fogem do Egito, onde viviam na condição de escravos, para Palestina. Essa fuga é conhecida na Bíblia como "&eci
Através de uma série de duelos entre dois cavaleiros, o filme retrata o contexto que caracterizou a França e a Europa napoleônicas no início do século XIX.
O filme retrata a vida de Pelle, um menino pobre, que com seu envelhecido e viúvo pai, emigra da Suécia para Dinamarca, à procura de trabalho, enfrentando os problemas sociais produzidos pela crise do capitalismo no contexto da Segund
O filme do diretor Oliver Stone, que combateu no Vietnã, é uma das primeiras obras críticas do cinema norte-americano sobre o maior fracasso militar da história dos Estados Unidos.
Em meados do século XVII, escravos fugidos das plantações canavieiras do Nordeste, organizam uma república livre, o Quilombo dos Palmares. O quilombo sobreviveu por mais de 70 anos, até a destruição final.
A vida do jornalista e militante comunista norte-americano John Reed, autor do clássico Os Dez Dias que Abalaram o Mundo, é retratada desde a sua militância nos Estados Unidos, até a sua participação na Revolu&cced
Saul, o primeiro rei dos hebreus, foi sucedido por David em 1006 a . C. que destacou-se por derrotar o gigante filisteu, Golias.
O filme resgata a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial através de depoimentos de pessoas envolvidas no Primeiro Grupo de Aviação de Caça do Brasil.
o filme faz um retrato do que foi o integralismo e sua importância na vida política brasileira.
Em um dos mais recentes filmes de István Szabó, o ator Ralph Fiennes, interpreta pai, filho e neto em três gerações de um clã de judeus, que vai perdendo a identidade em meio ao anti-semitismo, guerras e persegui&c
Durante a Guerra de Secessão, líderes civis e militares do Norte decidem criar o primeiro regimento negro dos EUA. Comandados por um oficial branco, os homens lutam pela liberdade e pela cidadania.
Trata-se do último filme mudo de Chaplin, que focaliza a vida urbana nos Estados Unidos nos anos 30, imediatamente após a crise de 1929, quando a depressão atingiu toda sociedade norte-americana, levando grande parte da populaç
O filme retrata a Guerra Civil Espanhola (1936 - 1939), momento em que a esquerda, mundialmente, uniu-se em torno de uma causa.
Na segunda metade do século XVIII, uma escrava negra se torna o centro das atenções no distrito diamantino, onde estão as minas mais ricas do país.
Fonte: Histórianet
23 de mai. de 2010
Verdes do Nordeste reuniram-se em Fortaleza
Objetivo da reunião foi integrar os verdes da região em torno do fortalecimento da pré-candidatura da senadora Marina Silva e dos projetos partidários nos estados
Salvador (do enviado especial em Conexão) – A capital cearense foi no dia de ontem, 22/05 o cenário do Encontro do Partido Verde do Nordeste. Dirigentes, lideranças, parlamentares de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e Maranhão estiveram reunidos no auditório do Hotel Ponta Mar, na Avenida Beira Mar, no bairro Meireles, em Fortaleza para fazer uma avaliação do atual processo que encaminha o PV para o maior desafio eleitoral e sua história: este ano os verdes disputam a presidência da República e os governos em praticamente todos os estados da federação. A bancada federal deverá ser ampliada dos atuais 06 parlamentares para cerca de 30, conforme previsão de José Luiz Penna, presidente nacional do partido.
Lideranças e dirigentes nacionais estiveram presentes, entre eles o presidente nacional, José Luiz de França Penna (SP) e a prefeita de Natal (RN), Mikarla Souza, os secretários nacionais de Finanças, Reynaldo Nunes (SE), de Organização, Carla Piranda (SP) e de Juventude, Júlia Tuppre (RJ). O PV de Sergipe esteve representado pelos pré-candidatos a governador Reynaldo Nunes, vice-governador Claudomir Silva e deputado federal Itamar Amaral. Um dos momentos mais emocionantes ficou por conta do discurso em libras, da pré-candidata a deputada estadual do Ceará, Vanessa Vidal, traduzido por Diná Souza, uma das intérpretes do Projeto ‘Caravana da Cidadania’, do qual Vanessa é responsável no estado (leia nas próximas atualizações matéria especial sobre a presença de Vanessa).
Avaliação – Falando para os verdes do Nordeste, o engenheiro Reynaldo Nunes expôs sobre o processo de discussão em torno da presença do PV de Sergipe nas eleições 2010, que tem seu nome como pré-candidato ao governo do Estado. Reinaldo fez uma retrospectiva das etapas e do atual estágio de discussão, que deverá ser concluído até o final de junho, quando será realizada a Convenção Estadual. Por sua vez, o advogado Itamar Nacional classificou o encontro como sendo “altamente positivo, tanto no que diz respeito ao seu caráter aglutinador, integrador, quando pela oxigenação a militância verde no Nordeste, momentos em que estamos nos preparado para levar Marina (Silva) ao segundo turno e elegê-la presidente do Brasil”, descreveu.
Encaminhamentos – Na próxima terça-feira, os verdes de Sergipe reúnem-se em Aracaju, quando então encaminharão as resoluções apontadas pelo Encontro de Fortaleza, definindo os passos da pré-campanha de Marina Silva para presidente e de Reynaldo Nunes para governador. Até o dia 05 de junho, os verdes de Sergipe conhecem as linhas norteadoras do Programa ‘Sergipe Sustentável’, que tem como coordenador o professor Claudomir Tavares que junto a uma comissão terão a tarefa de elaborá-lo.
Sergipe – As discussões em torno da participação do PV de Sergipe foram retomadas em 15 de março, quando o partido reafirmou seu projeto de candidatura própria ao governo do estado. Em 17 de abril, os verdes reuniram-se em Encontro Estadual, quando foram informados da predisposição dos nomes do engenheiro Reynaldo Nunes como pré-candidatos a governador e do professor Claudomir Silva para vice-governador. Dias depois, a Executiva Estadual, com o respaldo da Nacional confirmou por aclamação os nomes de ambos. De lá para cá reuniões tem acontecido, inserções de TV gravadas e exibidas com altos índices de audiência e com positivos comentários da crítica e dos telespectadores, devendo prosseguir os debates até a Convenção Estadual prevista para ocorrer no final de junho, quando se encerra o ciclo de deliberações.
Salvador (do enviado especial em Conexão) – A capital cearense foi no dia de ontem, 22/05 o cenário do Encontro do Partido Verde do Nordeste. Dirigentes, lideranças, parlamentares de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e Maranhão estiveram reunidos no auditório do Hotel Ponta Mar, na Avenida Beira Mar, no bairro Meireles, em Fortaleza para fazer uma avaliação do atual processo que encaminha o PV para o maior desafio eleitoral e sua história: este ano os verdes disputam a presidência da República e os governos em praticamente todos os estados da federação. A bancada federal deverá ser ampliada dos atuais 06 parlamentares para cerca de 30, conforme previsão de José Luiz Penna, presidente nacional do partido.
Lideranças e dirigentes nacionais estiveram presentes, entre eles o presidente nacional, José Luiz de França Penna (SP) e a prefeita de Natal (RN), Mikarla Souza, os secretários nacionais de Finanças, Reynaldo Nunes (SE), de Organização, Carla Piranda (SP) e de Juventude, Júlia Tuppre (RJ). O PV de Sergipe esteve representado pelos pré-candidatos a governador Reynaldo Nunes, vice-governador Claudomir Silva e deputado federal Itamar Amaral. Um dos momentos mais emocionantes ficou por conta do discurso em libras, da pré-candidata a deputada estadual do Ceará, Vanessa Vidal, traduzido por Diná Souza, uma das intérpretes do Projeto ‘Caravana da Cidadania’, do qual Vanessa é responsável no estado (leia nas próximas atualizações matéria especial sobre a presença de Vanessa).
Avaliação – Falando para os verdes do Nordeste, o engenheiro Reynaldo Nunes expôs sobre o processo de discussão em torno da presença do PV de Sergipe nas eleições 2010, que tem seu nome como pré-candidato ao governo do Estado. Reinaldo fez uma retrospectiva das etapas e do atual estágio de discussão, que deverá ser concluído até o final de junho, quando será realizada a Convenção Estadual. Por sua vez, o advogado Itamar Nacional classificou o encontro como sendo “altamente positivo, tanto no que diz respeito ao seu caráter aglutinador, integrador, quando pela oxigenação a militância verde no Nordeste, momentos em que estamos nos preparado para levar Marina (Silva) ao segundo turno e elegê-la presidente do Brasil”, descreveu.
Encaminhamentos – Na próxima terça-feira, os verdes de Sergipe reúnem-se em Aracaju, quando então encaminharão as resoluções apontadas pelo Encontro de Fortaleza, definindo os passos da pré-campanha de Marina Silva para presidente e de Reynaldo Nunes para governador. Até o dia 05 de junho, os verdes de Sergipe conhecem as linhas norteadoras do Programa ‘Sergipe Sustentável’, que tem como coordenador o professor Claudomir Tavares que junto a uma comissão terão a tarefa de elaborá-lo.
Sergipe – As discussões em torno da participação do PV de Sergipe foram retomadas em 15 de março, quando o partido reafirmou seu projeto de candidatura própria ao governo do estado. Em 17 de abril, os verdes reuniram-se em Encontro Estadual, quando foram informados da predisposição dos nomes do engenheiro Reynaldo Nunes como pré-candidatos a governador e do professor Claudomir Silva para vice-governador. Dias depois, a Executiva Estadual, com o respaldo da Nacional confirmou por aclamação os nomes de ambos. De lá para cá reuniões tem acontecido, inserções de TV gravadas e exibidas com altos índices de audiência e com positivos comentários da crítica e dos telespectadores, devendo prosseguir os debates até a Convenção Estadual prevista para ocorrer no final de junho, quando se encerra o ciclo de deliberações.
22 de mai. de 2010
A energia nuclear é uma boa solução para o Brasil?
Artigo do leitor Heitor Scalambrini Costa *
Para responder a questão "a energia nuclear é uma boa solução para o Brasil (Nordeste)?", caberia discutir se essa alternativa de geração de energia elétrica é econômica, segura e ambientalmente limpa. Esse debate é que temos que fazer com a sociedade. Minha resposta é fácil: não.
Sobre a economicidade dessas usinas núcleo-elétricas, segundo os estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o custo da eletricidade nuclear de Angra 3 ficará em torno de R$ 138/MWh, abaixo dos custos de termoelétricas a gás e carvão importado, e abaixo dos custos da eletricidade eólica (R$ 240) e solar (R$ 1.798). Ainda sobre Angra 3, a Eletronuclear informa que o empreendimento custará R$ 7,2 bilhões, sendo que 70% do financiamento virão de recursos do BNDES e fontes estatais. Os outros 30%, de investidores internacionais.
As condições de financiamento são controversas, já que a Eletronuclear assumiu uma taxa de retorno para o investimento entre 8% e 10% - muito abaixo das praticadas pelo mercado, que variam de 12% a 18%. Somente uma taxa de retorno tão baixa pode viabilizar a tarifa de R$ 138 MW/h anunciada pelo governo federal para essa usina. A operação a baixas taxas de juros revela o subsídio estatal à construção de Angra 3. Estudos têm mostrado que somados juros e financiamento, Angra 3 não sairá por menos de R$ 9,5 bilhões, sem contar R$ 1,5 bilhão gastos até agora.
Os subsídios governamentais ocultos no projeto dessa usina nuclear são perversos porque serão disfarçados nas contas de luz. Se isso se verificar, quem vai pagar a conta seremos nós, os usuários, que já pagamos uma das mais altas tarifas de energia elétrica do mundo. Também é contestado o prazo de 66 meses estipulado pelo Ministério das Minas e Energia (MME) para a entrada em operação da usina. O governo fez uma estimativa de 30% de progresso já existente em sua construção. Ainda assim, os 70% restantes consumiriam, em média, pelo menos, mais 96 meses, segundo estimativas.
A título de comparação de custos, a energia da hidrelétrica de Santo Antônio foi negociada a uma tarifa de R$ 79/MWh; na hidrelétrica de Jirau, o preço foi de R$ 91/MWh (ambas no Rio Madeira); e o resultado do primeiro leilão de energia eólica no Brasil deixou o MWh em torno de R$ 148, bem mais reduzido que o apontado pela EPE para justificar a suposta viabilidade econômica da opção nuclear. Utilizando os R$ 7,2 bilhões alocados para Angra 3, seria possível construir um parque eólico com o dobro da capacidade da usina nuclear (1.350 MW) em apenas dois anos sem lixo radioativo ou risco de acidentes.
E também, em termos prioritários de como utilizar esse "dinheirão", dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) mostram que cada R$ 1 bilhão empregado em programas de eficiência energética resulta em uma economia na potência instalada de 7.400 MW, o equivalente a 5,5 vezes a potência de Angra 3 ou a metade de Itaipu. Logo, se uma usina nuclear custa mais de R$ 7 bilhões, pode-se concluir que cada R$ 1 bilhão investido em eficiência pode evitar investimentos de até R$ 40 bilhões para gerar a mesma quantidade de eletricidade nuclear. Portanto construir usinas nucleares no Brasil só será possível por meio de um verdadeiro saque aos cofres públicos. E podemos considerar que, a médio e longo prazo, o desvio de recursos públicos para a opção nuclear será um verdadeiro obstáculo ao estabelecimento de políticas de incentivo e promoção de energias renováveis no país.
Quanto à questão da segurança, apesar dos renovados esforços da indústria nuclear em apresentar-se como segura, acidentes em instalações nucleares em diversos países continuam a demonstrar que esta tecnologia é perigosa, oferecendo constantes riscos que podem trazer consequências catastróficas ao meio ambiente e à humanidade. O exemplo mais recente foi o acidente pós-terremoto em julho de 2007 (6,8 graus na escala Richter) na maior usina atômica do mundo, localizada em Kashiwazaki-Kariwa, no Japão, que provocou, além do vazamento para o mar, a emissão de gás radioativo para a atmosfera.
Não podemos nos esquecer dos incidentes graves com reatores: Chernobyl (Ucrânia) e Three Milles Island (EUA). O primeiro ocorreu em abril de 1986, com a explosão de um dos reatores possibilitando que uma nuvem radioativa cobrisse todo o centro-sul europeu. E em Three Milles Island, em março de 1979, que provocou grande extensão de danos, mas sem vítima nem vazamento de radiação para o ambiente. Acidentes em uma usina nuclear tem baixa probabilidade de ocorrência, mas quando ocorrem são de extrema gravidade em termos, tanto dos impactos sobre a saúde humana, quanto ao meio ambiente.
Do ponto de vista ambiental, afirmar que as centrais nucleares são limpas quanto à emissão de gases do efeito estufa é uma desinformação imensa sobre a tecnologia dessas centrais e sobre as condições em que funcionam as etapas da cadeia de obtenção e de processamento do combustível que alimenta as usinas. Em operação rotineira, as centrais nucleares pouco agridem o meio ambiente, porém expõem a sociedade ao risco de acidentes que liberam na biosfera produtos de fissão de alta atividade, que podem trazer consequências catastróficas. Embora pequeno, tal risco existe e não pode ser negligenciado. Ademais, essas usinas não resolveram o problema dos rejeitos de alta atividade, cuja deposição final demanda pesados investimentos. Estima-se que estes rejeitos tenham que ficar isolados durante 10 mil anos.
Os defensores desta tecnologia não incorporam em seus cálculos de emissões de gases do efeito estufa o processo completo da produção da eletricidade, o chamado ciclo do combustível nuclear. Pois, se consideramos a mineração do urânio, o transporte, o enriquecimento, a posterior desmontagem da central e o processamento e confinamento dos rejeitos radioativos, esta opção produz entre 30 e 60 gramas de CO2 por kWh gerado, segundo dados da Agência Internacional de Energia Atômica.
O cálculo do Oxford Research Group chega a 113 gramas de CO2 por kWh. Isso é aproximadamente o que produz uma central a gás. No caso do enriquecimento para obtenção do combustível nuclear, os minérios que contêm o metal pesado urânio são complicadíssimos de serem beneficiados, produzindo gases do efeito estufa em todas as etapas. Para obter o urânio enriquecido que interessa aos reatores (3% enriquecido do isótopo 235), teríamos que rejeitar 970 kg de materiais para cada 30 kg de urânio fóssil obtido.
Para isso, gasta-se uma enormidade de energia, inclusive na forma de vapor de água e de eletricidade produzidas em termoelétricas convencionais - grandes produtoras de CO2, de vapor de H2O e de gases nitrogenados -, e em hidroelétricas. Portanto, aqui também tem um mito, um afã de descartar, cortar e mostrar uma parcialidade da realidade desta energia. Também, o uso de água na tecnologia nuclear é alto. Então, a análise deve considerar a quantidade de energia que colocamos de antemão para produzir a energia elétrica. É importante não omitir esses dados no debate sobre as soluções ao desafio energético do país.
E aí cabe mais uma mentira: a de que hidroelétrica não emite gás do efeito estufa. Basta pensar que as represas, sobretudo em regiões quentes e áridas ou semi-áridas, evaporam muito, e de novo teremos o vapor H20, e também o gás metano emanado da decomposição de matéria orgânica nas represas que cobriram muita vegetação e camada de húmus.
A insistência em considerar a eletricidade nuclear como uma "fonte limpa" é tão grave quanto considerar a hidrelétrica em geral como renovável e não "poluidora". Além das questões econômicas, de segurança e ambientais, existem questões éticas que não se devem deixar para as futuras gerações resolverem. E isso está ocorrendo com os depósitos (ainda relativamente pequenos) de rejeitos de alta radioatividade (lixo atômico) que permanecem em piscinas nas proximidades dos reatores. Além disso, a construção de novas usinas nucleares é sempre uma porta aberta para a possibilidade de produzir artefatos nucleares para fins militares, e para o uso não pacífico dessa tecnologia.
O que a sociedade brasileira condena e não aceita mais é a falta de transparência sobre as escolha das opções energéticas, impedida de ter informações e se manifestar sobre como e onde seu dinheiro está sendo investido. Os custos econômicos, ambientais e sociais de usinas nucleares no Brasil (Nordeste) são altíssimos, e nada pode explicar tanta insistência com projetos tão desnecessários para o país e tão ineficazes em termos de geração de energia elétrica.
O debate energético atual se baseia em um modelo "ofertista" com recursos fósseis, com mega hidroelétricas e com usinas nucleares. Ele precisa e deve ser substituído por um projeto diferente, contemporâneo dos desafios e possibilidades do século XXI, para que tenhamos segurança energética a longo prazo, com a diversificação e a complementaridade da matriz energética nacional, e com fontes renováveis de energia, levando assim em conta um modelo de desenvolvimento sustentável.
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* Este texto foi escrito por um leitor do Globo
Para responder a questão "a energia nuclear é uma boa solução para o Brasil (Nordeste)?", caberia discutir se essa alternativa de geração de energia elétrica é econômica, segura e ambientalmente limpa. Esse debate é que temos que fazer com a sociedade. Minha resposta é fácil: não.
Sobre a economicidade dessas usinas núcleo-elétricas, segundo os estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o custo da eletricidade nuclear de Angra 3 ficará em torno de R$ 138/MWh, abaixo dos custos de termoelétricas a gás e carvão importado, e abaixo dos custos da eletricidade eólica (R$ 240) e solar (R$ 1.798). Ainda sobre Angra 3, a Eletronuclear informa que o empreendimento custará R$ 7,2 bilhões, sendo que 70% do financiamento virão de recursos do BNDES e fontes estatais. Os outros 30%, de investidores internacionais.
As condições de financiamento são controversas, já que a Eletronuclear assumiu uma taxa de retorno para o investimento entre 8% e 10% - muito abaixo das praticadas pelo mercado, que variam de 12% a 18%. Somente uma taxa de retorno tão baixa pode viabilizar a tarifa de R$ 138 MW/h anunciada pelo governo federal para essa usina. A operação a baixas taxas de juros revela o subsídio estatal à construção de Angra 3. Estudos têm mostrado que somados juros e financiamento, Angra 3 não sairá por menos de R$ 9,5 bilhões, sem contar R$ 1,5 bilhão gastos até agora.
Os subsídios governamentais ocultos no projeto dessa usina nuclear são perversos porque serão disfarçados nas contas de luz. Se isso se verificar, quem vai pagar a conta seremos nós, os usuários, que já pagamos uma das mais altas tarifas de energia elétrica do mundo. Também é contestado o prazo de 66 meses estipulado pelo Ministério das Minas e Energia (MME) para a entrada em operação da usina. O governo fez uma estimativa de 30% de progresso já existente em sua construção. Ainda assim, os 70% restantes consumiriam, em média, pelo menos, mais 96 meses, segundo estimativas.
A título de comparação de custos, a energia da hidrelétrica de Santo Antônio foi negociada a uma tarifa de R$ 79/MWh; na hidrelétrica de Jirau, o preço foi de R$ 91/MWh (ambas no Rio Madeira); e o resultado do primeiro leilão de energia eólica no Brasil deixou o MWh em torno de R$ 148, bem mais reduzido que o apontado pela EPE para justificar a suposta viabilidade econômica da opção nuclear. Utilizando os R$ 7,2 bilhões alocados para Angra 3, seria possível construir um parque eólico com o dobro da capacidade da usina nuclear (1.350 MW) em apenas dois anos sem lixo radioativo ou risco de acidentes.
E também, em termos prioritários de como utilizar esse "dinheirão", dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) mostram que cada R$ 1 bilhão empregado em programas de eficiência energética resulta em uma economia na potência instalada de 7.400 MW, o equivalente a 5,5 vezes a potência de Angra 3 ou a metade de Itaipu. Logo, se uma usina nuclear custa mais de R$ 7 bilhões, pode-se concluir que cada R$ 1 bilhão investido em eficiência pode evitar investimentos de até R$ 40 bilhões para gerar a mesma quantidade de eletricidade nuclear. Portanto construir usinas nucleares no Brasil só será possível por meio de um verdadeiro saque aos cofres públicos. E podemos considerar que, a médio e longo prazo, o desvio de recursos públicos para a opção nuclear será um verdadeiro obstáculo ao estabelecimento de políticas de incentivo e promoção de energias renováveis no país.
Quanto à questão da segurança, apesar dos renovados esforços da indústria nuclear em apresentar-se como segura, acidentes em instalações nucleares em diversos países continuam a demonstrar que esta tecnologia é perigosa, oferecendo constantes riscos que podem trazer consequências catastróficas ao meio ambiente e à humanidade. O exemplo mais recente foi o acidente pós-terremoto em julho de 2007 (6,8 graus na escala Richter) na maior usina atômica do mundo, localizada em Kashiwazaki-Kariwa, no Japão, que provocou, além do vazamento para o mar, a emissão de gás radioativo para a atmosfera.
Não podemos nos esquecer dos incidentes graves com reatores: Chernobyl (Ucrânia) e Three Milles Island (EUA). O primeiro ocorreu em abril de 1986, com a explosão de um dos reatores possibilitando que uma nuvem radioativa cobrisse todo o centro-sul europeu. E em Three Milles Island, em março de 1979, que provocou grande extensão de danos, mas sem vítima nem vazamento de radiação para o ambiente. Acidentes em uma usina nuclear tem baixa probabilidade de ocorrência, mas quando ocorrem são de extrema gravidade em termos, tanto dos impactos sobre a saúde humana, quanto ao meio ambiente.
Do ponto de vista ambiental, afirmar que as centrais nucleares são limpas quanto à emissão de gases do efeito estufa é uma desinformação imensa sobre a tecnologia dessas centrais e sobre as condições em que funcionam as etapas da cadeia de obtenção e de processamento do combustível que alimenta as usinas. Em operação rotineira, as centrais nucleares pouco agridem o meio ambiente, porém expõem a sociedade ao risco de acidentes que liberam na biosfera produtos de fissão de alta atividade, que podem trazer consequências catastróficas. Embora pequeno, tal risco existe e não pode ser negligenciado. Ademais, essas usinas não resolveram o problema dos rejeitos de alta atividade, cuja deposição final demanda pesados investimentos. Estima-se que estes rejeitos tenham que ficar isolados durante 10 mil anos.
Os defensores desta tecnologia não incorporam em seus cálculos de emissões de gases do efeito estufa o processo completo da produção da eletricidade, o chamado ciclo do combustível nuclear. Pois, se consideramos a mineração do urânio, o transporte, o enriquecimento, a posterior desmontagem da central e o processamento e confinamento dos rejeitos radioativos, esta opção produz entre 30 e 60 gramas de CO2 por kWh gerado, segundo dados da Agência Internacional de Energia Atômica.
O cálculo do Oxford Research Group chega a 113 gramas de CO2 por kWh. Isso é aproximadamente o que produz uma central a gás. No caso do enriquecimento para obtenção do combustível nuclear, os minérios que contêm o metal pesado urânio são complicadíssimos de serem beneficiados, produzindo gases do efeito estufa em todas as etapas. Para obter o urânio enriquecido que interessa aos reatores (3% enriquecido do isótopo 235), teríamos que rejeitar 970 kg de materiais para cada 30 kg de urânio fóssil obtido.
Para isso, gasta-se uma enormidade de energia, inclusive na forma de vapor de água e de eletricidade produzidas em termoelétricas convencionais - grandes produtoras de CO2, de vapor de H2O e de gases nitrogenados -, e em hidroelétricas. Portanto, aqui também tem um mito, um afã de descartar, cortar e mostrar uma parcialidade da realidade desta energia. Também, o uso de água na tecnologia nuclear é alto. Então, a análise deve considerar a quantidade de energia que colocamos de antemão para produzir a energia elétrica. É importante não omitir esses dados no debate sobre as soluções ao desafio energético do país.
E aí cabe mais uma mentira: a de que hidroelétrica não emite gás do efeito estufa. Basta pensar que as represas, sobretudo em regiões quentes e áridas ou semi-áridas, evaporam muito, e de novo teremos o vapor H20, e também o gás metano emanado da decomposição de matéria orgânica nas represas que cobriram muita vegetação e camada de húmus.
A insistência em considerar a eletricidade nuclear como uma "fonte limpa" é tão grave quanto considerar a hidrelétrica em geral como renovável e não "poluidora". Além das questões econômicas, de segurança e ambientais, existem questões éticas que não se devem deixar para as futuras gerações resolverem. E isso está ocorrendo com os depósitos (ainda relativamente pequenos) de rejeitos de alta radioatividade (lixo atômico) que permanecem em piscinas nas proximidades dos reatores. Além disso, a construção de novas usinas nucleares é sempre uma porta aberta para a possibilidade de produzir artefatos nucleares para fins militares, e para o uso não pacífico dessa tecnologia.
O que a sociedade brasileira condena e não aceita mais é a falta de transparência sobre as escolha das opções energéticas, impedida de ter informações e se manifestar sobre como e onde seu dinheiro está sendo investido. Os custos econômicos, ambientais e sociais de usinas nucleares no Brasil (Nordeste) são altíssimos, e nada pode explicar tanta insistência com projetos tão desnecessários para o país e tão ineficazes em termos de geração de energia elétrica.
O debate energético atual se baseia em um modelo "ofertista" com recursos fósseis, com mega hidroelétricas e com usinas nucleares. Ele precisa e deve ser substituído por um projeto diferente, contemporâneo dos desafios e possibilidades do século XXI, para que tenhamos segurança energética a longo prazo, com a diversificação e a complementaridade da matriz energética nacional, e com fontes renováveis de energia, levando assim em conta um modelo de desenvolvimento sustentável.
__________________________________
* Este texto foi escrito por um leitor do Globo
21 de mai. de 2010
Pro inferno com as 50 usinas nucleares que o Brasil vai construir
Vou ser sincero: quero que o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, vá pro inferno com a proposta de construir 50 usinas nucleares no Brasil nos próximos 50 anos. Ele vai morrer antes disso e talvez eu também, mas espero que ninguém tenha que passar pelo que a população da região de Chernobyl passou e continua passando.
O Brasil vai enfrentar problemas de falta de energia nos próximos anos? Beleza, vamos tentar contornar isso com a utilização de energias limpas. Ninguém precisa entrar em desespero a ponto de encher o país de armadilhas nucleares. Já não basta terem reativado Angra 3?
Será que em nenhum momento passou pelas cabeças genias dos infelizes seres humanos que definem a política de investimento do governo que talvez a população brasileira não seja favorável a construção de novas usinas nucleares?
Porque não colocam a questão em debate?
Faça sua parte e divulgue essa campanha: eu não quero uma usina nuclear.
Fonte: http://www.dudutomaselli.com/pro-inferno-com-as-50-usinas-nucleares-que-o-brasil-vai-construir/
O Brasil vai enfrentar problemas de falta de energia nos próximos anos? Beleza, vamos tentar contornar isso com a utilização de energias limpas. Ninguém precisa entrar em desespero a ponto de encher o país de armadilhas nucleares. Já não basta terem reativado Angra 3?
Será que em nenhum momento passou pelas cabeças genias dos infelizes seres humanos que definem a política de investimento do governo que talvez a população brasileira não seja favorável a construção de novas usinas nucleares?
Porque não colocam a questão em debate?
Faça sua parte e divulgue essa campanha: eu não quero uma usina nuclear.
Fonte: http://www.dudutomaselli.com/pro-inferno-com-as-50-usinas-nucleares-que-o-brasil-vai-construir/
20 de mai. de 2010
Sucesso na X OIA: Olimpíada Interna do Amaral
Por Carminha Bispo | carminha_bis@hotmail.com
O CEJAL realizou a X OIA - Olimpíada Interna do Amaral. Sob a coordenação dos professores de Educação Física, Carlos Antônio e Jaciara, os jogos, realizados com a colaboração dos alunos do 3º ano A e B, aconteceram nos dias 14 e 15.
Na edição 2010 os alunos competiram nas modalidades: atletismo, xadrez, judô, futsal, surf e queimado. Apesar da dificuldade com infra estrutura para a realização dos jogos, os alunos se superaram em espírito esportivo e companheirismo.
Parabéns a toda comunidade CEJAL pelo sucesso de mais um evento.
Fonte: http://amarallemos.blogspot.com/ - Em: 16/05/2010
O CEJAL realizou a X OIA - Olimpíada Interna do Amaral. Sob a coordenação dos professores de Educação Física, Carlos Antônio e Jaciara, os jogos, realizados com a colaboração dos alunos do 3º ano A e B, aconteceram nos dias 14 e 15.
Na edição 2010 os alunos competiram nas modalidades: atletismo, xadrez, judô, futsal, surf e queimado. Apesar da dificuldade com infra estrutura para a realização dos jogos, os alunos se superaram em espírito esportivo e companheirismo.
Parabéns a toda comunidade CEJAL pelo sucesso de mais um evento.
Fonte: http://amarallemos.blogspot.com/ - Em: 16/05/2010
19 de mai. de 2010
Palavras desarmam mentira nuclear
Um embate de palavras entre representantes do setor nuclear e do Greenpeace acirrou ânimos na Comissão de Meio Ambiente da Câmara Federal
Foto: Steve Morgan/Greenpeace
Em uma audiência pública na semana passada, requerida pelo deputado Edson Duarte (PV-BA) para debater a instalação de usinas nucleares no nordeste, o Greenpeace desarmou o presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro da Silva, e o diretor da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Laércio Vinhas, com argumentos contundentes contra essa fonte.
O coordenador da campanha de energia nuclear do Greenpeace, André Amaral, incomodou os representantes do Cnen e da Eletronuclear, que tiveram suas defesas desmontadas com dados. Amaral mostrou que a energia nuclear não só é cara e insegura como também é uma relevante emissora de CO2, um dos principais gases do efeito estufa, que levam ao aquecimento global.
Enquanto uma turbina eólica gera no máximo 30 gramas de CO2 por kilowatt/hora, a emissão de uma usina nuclear pode chegar até 400 gramas por kilowatt/hora. Amaral ainda mostrou que o argumento econômico é favorável à energia eólica, que custa R$ 150 por megawatt/hora – o custo da energia nuclear, por sua vez, é de R$ 240 megawatt/hora.
Além dos argumentos científicos, Amaral também escancarou a falta de transparência que a indústria nuclear brasileira prega com tanto afinco e reclamou da proibição ao acesso da população a documentos relacionados ao assunto. "Tudo que tem relação com energia nuclear não tem transparência", disse Amaral.
Irritado, Pinheiro da Silva rebateu a crítica com um ataque inócuo e desinformado. O presidente da Eletronuclear acusou o Greenpeace de não expor quem são seus financiadores. Com um compromisso ético com a sociedade e colaboradores, a verdade é que não só o Greenpeace publica anualmente os recebimentos e gastos da instituição no site como também conta com uma auditoria para certificar os números.
Assim como Amaral, o deputado Edson Duarte também lamentou a falta de transparência do setor nuclear. "Temos dificuldades em conseguir informações. Isso muitas vezes nos impede de dar respostas às dúvidas da população." Para o deputado, a obscuridade do setor nuclear atinge inclusive o Cnen – órgão que deveria ser um canal importante da sociedade com o setor. "Como considerar o Cnen uma comissão nacional se ele possui apenas um representante da sociedade civil, que ainda por cima é indicado pelo governo?", questionou Duarte. "Não podemos ser negligentes na questão nuclear. Isso poderá ter um preço muito alto. É uma área em que não temos o direito de errar."
Jogo político
Como não poderia deixar de ser, o forte lobby do setor nuclear deu o ar da graça na audiência. Durante parte da sessão, o chefe de gabinete da presidência da Eletronuclear, Leonam Guimarães, ficou ao lado do ex-líder do PT na Câmara, Luiz Sérgio (RJ), soprando comentários que minutos mais tarde ditariam o tom do discurso do deputado.
Fonte: TRIBUNA DA PRAIA.net - Em: 16/05/2010
Foto: Steve Morgan/Greenpeace
Em uma audiência pública na semana passada, requerida pelo deputado Edson Duarte (PV-BA) para debater a instalação de usinas nucleares no nordeste, o Greenpeace desarmou o presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro da Silva, e o diretor da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Laércio Vinhas, com argumentos contundentes contra essa fonte.
O coordenador da campanha de energia nuclear do Greenpeace, André Amaral, incomodou os representantes do Cnen e da Eletronuclear, que tiveram suas defesas desmontadas com dados. Amaral mostrou que a energia nuclear não só é cara e insegura como também é uma relevante emissora de CO2, um dos principais gases do efeito estufa, que levam ao aquecimento global.
Enquanto uma turbina eólica gera no máximo 30 gramas de CO2 por kilowatt/hora, a emissão de uma usina nuclear pode chegar até 400 gramas por kilowatt/hora. Amaral ainda mostrou que o argumento econômico é favorável à energia eólica, que custa R$ 150 por megawatt/hora – o custo da energia nuclear, por sua vez, é de R$ 240 megawatt/hora.
Além dos argumentos científicos, Amaral também escancarou a falta de transparência que a indústria nuclear brasileira prega com tanto afinco e reclamou da proibição ao acesso da população a documentos relacionados ao assunto. "Tudo que tem relação com energia nuclear não tem transparência", disse Amaral.
Irritado, Pinheiro da Silva rebateu a crítica com um ataque inócuo e desinformado. O presidente da Eletronuclear acusou o Greenpeace de não expor quem são seus financiadores. Com um compromisso ético com a sociedade e colaboradores, a verdade é que não só o Greenpeace publica anualmente os recebimentos e gastos da instituição no site como também conta com uma auditoria para certificar os números.
Assim como Amaral, o deputado Edson Duarte também lamentou a falta de transparência do setor nuclear. "Temos dificuldades em conseguir informações. Isso muitas vezes nos impede de dar respostas às dúvidas da população." Para o deputado, a obscuridade do setor nuclear atinge inclusive o Cnen – órgão que deveria ser um canal importante da sociedade com o setor. "Como considerar o Cnen uma comissão nacional se ele possui apenas um representante da sociedade civil, que ainda por cima é indicado pelo governo?", questionou Duarte. "Não podemos ser negligentes na questão nuclear. Isso poderá ter um preço muito alto. É uma área em que não temos o direito de errar."
Jogo político
Como não poderia deixar de ser, o forte lobby do setor nuclear deu o ar da graça na audiência. Durante parte da sessão, o chefe de gabinete da presidência da Eletronuclear, Leonam Guimarães, ficou ao lado do ex-líder do PT na Câmara, Luiz Sérgio (RJ), soprando comentários que minutos mais tarde ditariam o tom do discurso do deputado.
Fonte: TRIBUNA DA PRAIA.net - Em: 16/05/2010
18 de mai. de 2010
Estudantes visitam Museu da Tartaruga
Atividade faz parte das comemorações alusivas ao Dia Internacional de Museus
Estudantes das 8ª séries do Ensino Fundamental da Escola Municipal Mário Trindade Cruz, da cidade de Pirambu, participam logo mais, a partir das 08 horas de uma atividade de Educação Patrimonial, dentro da proposta pedagógica da disciplina Sociedade & Cultura, ministrada na instituição pelo professor Claudomir Tavares. A atividade consiste em celebrar em nosso município o Dia Internacional de Museus, que acontece neste 18 de maio de 2010, e que no Brasil é integrante da VIII Semana Nacional de Museus, que este ano tem como tema “Museus para a harmonia social”.
A programação que vai além do objeto de estudo, terá início a partir das 07h3min com concentração em frente a escola, de onde o grupo caminhará às 08 horas até a sede da Reserva Biológica de Santa Isabel, onde visitam o Museu da Tartaruga (auditório/palestra, exposição permanente), localizado no Centro de Educação Ambiental da REBIO, cuja área de tanques também recebe a visita dos estudantes. Em seguida, os estudantes participam de uma caminhada ecológica pela praia de Pirambu, onde conhecerão através de aula dialogada a importância dos oceanos para a vida na Terra.
Dalí, seguem até a foz do Rio Japaratuba, onde conhecerão a importância sócio-cultural e econômica do maior patrimônio natural de Pirambu e de mais 19 municípios sergipanos. O encerramento, previsto para às 10 horas acontece na Orla de Pirambu, onde uma última palestra campal será ministrada sobre “Pirambu: 47 Anos – História, Cultura e Desenvolvimento.
Fonte: TRIBUNA DA PRAIA.net - Em: 18/05/2010
A programação que vai além do objeto de estudo, terá início a partir das 07h3min com concentração em frente a escola, de onde o grupo caminhará às 08 horas até a sede da Reserva Biológica de Santa Isabel, onde visitam o Museu da Tartaruga (auditório/palestra, exposição permanente), localizado no Centro de Educação Ambiental da REBIO, cuja área de tanques também recebe a visita dos estudantes. Em seguida, os estudantes participam de uma caminhada ecológica pela praia de Pirambu, onde conhecerão através de aula dialogada a importância dos oceanos para a vida na Terra.
Dalí, seguem até a foz do Rio Japaratuba, onde conhecerão a importância sócio-cultural e econômica do maior patrimônio natural de Pirambu e de mais 19 municípios sergipanos. O encerramento, previsto para às 10 horas acontece na Orla de Pirambu, onde uma última palestra campal será ministrada sobre “Pirambu: 47 Anos – História, Cultura e Desenvolvimento.
Fonte: TRIBUNA DA PRAIA.net - Em: 18/05/2010
17 de mai. de 2010
Mário Trindade na VIII Semana Nacional de Museus
Estudantes visitarão Museu da Tartaruga nesta terça-feira
O Dia Internacional de Museus é celebrado no dia 18 de maio. No Brasil é realizado desde 2003. O município de Pirambu integrou-se a esta ação imprescindível para a valorização deste espaço de educação patrimonial desde 2008, quando estudantes da Escola Municipal Mário Trindade Cruz, conduzidos pelos professores Antônio Carlos Vieira Nunes (Geografia) e Claudomir Tavares da Silva (História) os conduziram ao Museu da Tartaruga, único espaço desta natureza em nossa cidade, localizado no Centro de Educação Ambiental do Projeto Tamar.
Promovida desde 2003 pelo Departamento de Museus e Centros Culturais do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Demu/Iphan) e a Associação Brasileira de Museus (ABM), a Semana Nacional de Museus tem o propósito de integrar os museus brasileiros e intensificar sua relação com a sociedade. Naquele ano, o tema da VI Semana Nacional de Museus foi ‘Museus como a Agente de Mudança Social e Desenvolvimento’ e foram registrados 1420 eventos em 447 museus de todas as regiões do país.
Dentro da 8ª Semana Nacional dos Museus, que acontecerá de 17 a 23 de maio, e terá como tema “Museus para a harmonia social”, a Escola Municipal Mário Trindade Cruz, através da disciplina Sociedade e Cultura, ministrada na instituição pelo professor Claudomir Tavares da Silva, promove visitas orientadas ao Museu da Tartaruga e ao Sitio Histórico de Pirambu. O município de Pirambu tem registrada sua participação pela segunda vez, apesar deste trabalho estar sendo realizado há 22 anos, o que marca seu pioneirismo no interior de Sergipe.
Claudomir irá abordar “a importância de incluir os museus como espaço de ação pedagógica, chamando a atenção dos estudantes para visitarem museus, memoriais, arquivos, exposições, não se descuidando da preservação da memória individual e coletiva da comunidade em que vive”, informou. “Os museus são espaços privilegiados de educação patrimonial, e nossa visita a um museu da cidade, e não em Laranjeiras e São Cristóvão, por exemplo, vai no sentido de iniciar todo um processo levando nossas crianças a criar em si a identidade com sua História”, completou.
Esta ação de Educação Patrimonial é uma seqüência daquelas iniciadas em anos anteriores, desenvolvida em escolas de Pirambu (Escola Municipal Mário Trindade Cruz e Colégio Estadual José Amaral Lemos), Aguilhadas (Escola Municipal Silvino Antônio de Araújo), Maribondo (Escola Municipal Odete Pereira de Santana) e na cidade de Propriá (Colégio Estadual Joana de Freitas Barbosa). Na Escola Mário Trindade Cruz, está estruturada em ações como o Projeto ‘Nos Rastros do Imperador’ – 2005 e ‘Re-Descobrindo Pirambu“ – 2005, 2006, 2007 e 2008 (sede do município num primeiro momento e povoados na segunda etapa), entre outras.
A proposta da Semana, que ocorre em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio), é promover a integração das instituições, intensificando suas relações com a sociedade. O evento está previsto no Projeto Pedagógico da disciplina Sociedade & Cultura, e constará da programação a seguinte ordem que deverá ser seguida por cerca de 60 estudantes das 8ª séries A, B (Vespertino) e C (Noturno):
07h30min – Concentração em frente a Escola Municipal Mário Trindade Cruz
08h00min – Saída da Escola Municipal Mário Trindade Cruz
08h15min – Palestra: “Museus para a harmonia social” (Auditório do Museu)
08h30min – Visita a Exposição Permanente do Museu da Tartaruga
08h45min – Visita ao Centro de Visitação do Projeto Tamar
09h00min – Caminhada pela Praia de Pirambu
09h15min – Visita a Foz do Rio Japaratuba
09h30min – Aula campal “Pirambu: Da Atalainha a Orla – 47 anos de História, Cultura e Desenvolvimento”
10h00min – Encerramento
O Projeto Pedagógico “Museus para a harmonia social” estará publicado na íntegra no blog do professor Claudomir Tavares da Silva (http://claudomirtavares.blogspot.com).
O Dia Internacional de Museus é celebrado no dia 18 de maio. No Brasil é realizado desde 2003. O município de Pirambu integrou-se a esta ação imprescindível para a valorização deste espaço de educação patrimonial desde 2008, quando estudantes da Escola Municipal Mário Trindade Cruz, conduzidos pelos professores Antônio Carlos Vieira Nunes (Geografia) e Claudomir Tavares da Silva (História) os conduziram ao Museu da Tartaruga, único espaço desta natureza em nossa cidade, localizado no Centro de Educação Ambiental do Projeto Tamar.
Promovida desde 2003 pelo Departamento de Museus e Centros Culturais do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Demu/Iphan) e a Associação Brasileira de Museus (ABM), a Semana Nacional de Museus tem o propósito de integrar os museus brasileiros e intensificar sua relação com a sociedade. Naquele ano, o tema da VI Semana Nacional de Museus foi ‘Museus como a Agente de Mudança Social e Desenvolvimento’ e foram registrados 1420 eventos em 447 museus de todas as regiões do país.
Dentro da 8ª Semana Nacional dos Museus, que acontecerá de 17 a 23 de maio, e terá como tema “Museus para a harmonia social”, a Escola Municipal Mário Trindade Cruz, através da disciplina Sociedade e Cultura, ministrada na instituição pelo professor Claudomir Tavares da Silva, promove visitas orientadas ao Museu da Tartaruga e ao Sitio Histórico de Pirambu. O município de Pirambu tem registrada sua participação pela segunda vez, apesar deste trabalho estar sendo realizado há 22 anos, o que marca seu pioneirismo no interior de Sergipe.
Claudomir irá abordar “a importância de incluir os museus como espaço de ação pedagógica, chamando a atenção dos estudantes para visitarem museus, memoriais, arquivos, exposições, não se descuidando da preservação da memória individual e coletiva da comunidade em que vive”, informou. “Os museus são espaços privilegiados de educação patrimonial, e nossa visita a um museu da cidade, e não em Laranjeiras e São Cristóvão, por exemplo, vai no sentido de iniciar todo um processo levando nossas crianças a criar em si a identidade com sua História”, completou.
Esta ação de Educação Patrimonial é uma seqüência daquelas iniciadas em anos anteriores, desenvolvida em escolas de Pirambu (Escola Municipal Mário Trindade Cruz e Colégio Estadual José Amaral Lemos), Aguilhadas (Escola Municipal Silvino Antônio de Araújo), Maribondo (Escola Municipal Odete Pereira de Santana) e na cidade de Propriá (Colégio Estadual Joana de Freitas Barbosa). Na Escola Mário Trindade Cruz, está estruturada em ações como o Projeto ‘Nos Rastros do Imperador’ – 2005 e ‘Re-Descobrindo Pirambu“ – 2005, 2006, 2007 e 2008 (sede do município num primeiro momento e povoados na segunda etapa), entre outras.
A proposta da Semana, que ocorre em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio), é promover a integração das instituições, intensificando suas relações com a sociedade. O evento está previsto no Projeto Pedagógico da disciplina Sociedade & Cultura, e constará da programação a seguinte ordem que deverá ser seguida por cerca de 60 estudantes das 8ª séries A, B (Vespertino) e C (Noturno):
07h30min – Concentração em frente a Escola Municipal Mário Trindade Cruz
08h00min – Saída da Escola Municipal Mário Trindade Cruz
08h15min – Palestra: “Museus para a harmonia social” (Auditório do Museu)
08h30min – Visita a Exposição Permanente do Museu da Tartaruga
08h45min – Visita ao Centro de Visitação do Projeto Tamar
09h00min – Caminhada pela Praia de Pirambu
09h15min – Visita a Foz do Rio Japaratuba
09h30min – Aula campal “Pirambu: Da Atalainha a Orla – 47 anos de História, Cultura e Desenvolvimento”
10h00min – Encerramento
O Projeto Pedagógico “Museus para a harmonia social” estará publicado na íntegra no blog do professor Claudomir Tavares da Silva (http://claudomirtavares.blogspot.com).
16 de mai. de 2010
Chernobyl 24 anos: a ameaça é maior do que a gente imagina
E o mundo não está nem aí. Uma tragédia derivada de Chernobyl é apenas questão de tempo
Por Fabyuri *
Chernobyl segue uma bomba relógio. Enquanto o 'sarcófago' não sai, o presidente ucraniano faz sua chantagem, pedindo dinheiro e ameaçando os vizinhos com a herança nuclear que o país - e o mundo - receberam da União Soviética: uma incontável quantidade de material contaminado com elementos até 400 vezes mais radioativos que as bombas de plutônio usadas em Nagasaki e Hiroshima.
Enquanto seu país afunda, crise após crise, o 'gerente' atual do problema, Viktor Yanukovich, repete a chantagem que todos os seus antecessores - sem exceção - fizeram: ou o mundo arruma 400 milhões de euros para terminar a obra, ou todo mundo corre risco de uma nova explosão seguida de uma nuvem altamente radioativa. Isso é fato. O material ativo segue derretendo o sarcófago precário construído e mantido a duras penas pelo país e um consórcio internacional.
O fato é que a construção de uma estrutura definitiva para conter o material nuclear já custa quase 20 vezes o estimado inicialmente. E ainda não tem prazo para terminar. Isso em função da péssima gestão ucraniana. E, provavelmente, não vai terminar nunca. As obras foram interrompidas durante a crise econômica do início do ano passado e não têm prazo para serem retomadas.
E, ano após ano, mais rastros da destruição são descobertos. Hoje, o KP da Bielorrússia publicou uma matéria sobre as pequenas cidades e propriedades que vão sendo analisadas e estudadas após se tornarem 'cidades-fantasma' depois do acidente nuclear.
Mas o mais chocante é que esses lugares - eventualmente propriedades ricas - são visitadas por saqueadores, que buscam objetos de valor para revendê-los nas grandes cidades. São coisas com altíssimo nível de contaminação por material emissor de raios gama, que podem causar uma infinidade de malefícios a seus receptores.
Imagine a cena: um sujeito, seja em Kiev ou Minsk, compra um suposto objeto de decoração ou uma obra de arte. Sem saber, está levando algo roubado das áreas isoladas por radiação. Agora, imagine que esse comprador viaja até a Alemanha, por exemplo, com o objeto. Imagine o estrago que essa estupidez já causou e ainda pode causar. Alguém está livre? Não. Alguma autoridade faz alguma coisa? Não. Afinal, a zona de exclusão tem uma frágil segurança. E o mundo não está nem aí. Uma tragédia derivada de Chernobyl é apenas questão de tempo.
_______________________________________________
* Jornalista pela UFF, formado também em Letras português - russo pela UFRJ e quase-formado em Cinema, ainda pela UFF, com pós-graduação em Moscou, pela MGU, onde morei por algum tempo e vou sempre que posso. Hoje em dia, atuo em minha profissão número 1 na mídia, aqui no RJ. Já fui guia, tradutor, diagramador e, eventualmente, turista, ocupação mais divertida que já exerci. TWITTER: @fabyuri
Fonte: TRIBUNA DA PRAIA.net - Em: 15/05/2010
Por Fabyuri *
Chernobyl segue uma bomba relógio. Enquanto o 'sarcófago' não sai, o presidente ucraniano faz sua chantagem, pedindo dinheiro e ameaçando os vizinhos com a herança nuclear que o país - e o mundo - receberam da União Soviética: uma incontável quantidade de material contaminado com elementos até 400 vezes mais radioativos que as bombas de plutônio usadas em Nagasaki e Hiroshima.
Enquanto seu país afunda, crise após crise, o 'gerente' atual do problema, Viktor Yanukovich, repete a chantagem que todos os seus antecessores - sem exceção - fizeram: ou o mundo arruma 400 milhões de euros para terminar a obra, ou todo mundo corre risco de uma nova explosão seguida de uma nuvem altamente radioativa. Isso é fato. O material ativo segue derretendo o sarcófago precário construído e mantido a duras penas pelo país e um consórcio internacional.
O fato é que a construção de uma estrutura definitiva para conter o material nuclear já custa quase 20 vezes o estimado inicialmente. E ainda não tem prazo para terminar. Isso em função da péssima gestão ucraniana. E, provavelmente, não vai terminar nunca. As obras foram interrompidas durante a crise econômica do início do ano passado e não têm prazo para serem retomadas.
E, ano após ano, mais rastros da destruição são descobertos. Hoje, o KP da Bielorrússia publicou uma matéria sobre as pequenas cidades e propriedades que vão sendo analisadas e estudadas após se tornarem 'cidades-fantasma' depois do acidente nuclear.
Mas o mais chocante é que esses lugares - eventualmente propriedades ricas - são visitadas por saqueadores, que buscam objetos de valor para revendê-los nas grandes cidades. São coisas com altíssimo nível de contaminação por material emissor de raios gama, que podem causar uma infinidade de malefícios a seus receptores.
Imagine a cena: um sujeito, seja em Kiev ou Minsk, compra um suposto objeto de decoração ou uma obra de arte. Sem saber, está levando algo roubado das áreas isoladas por radiação. Agora, imagine que esse comprador viaja até a Alemanha, por exemplo, com o objeto. Imagine o estrago que essa estupidez já causou e ainda pode causar. Alguém está livre? Não. Alguma autoridade faz alguma coisa? Não. Afinal, a zona de exclusão tem uma frágil segurança. E o mundo não está nem aí. Uma tragédia derivada de Chernobyl é apenas questão de tempo.
_______________________________________________
* Jornalista pela UFF, formado também em Letras português - russo pela UFRJ e quase-formado em Cinema, ainda pela UFF, com pós-graduação em Moscou, pela MGU, onde morei por algum tempo e vou sempre que posso. Hoje em dia, atuo em minha profissão número 1 na mídia, aqui no RJ. Já fui guia, tradutor, diagramador e, eventualmente, turista, ocupação mais divertida que já exerci. TWITTER: @fabyuri
Fonte: TRIBUNA DA PRAIA.net - Em: 15/05/2010
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