4 de jul. de 2011

ORLANDO CRUZ: Direitos que não conhecemos (Divulguem)

Quatro informações úteis não divulgadas! Principalmente a QUARTA

1. Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br

Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.

Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.

2. DIVULGUE. É IMPORTANTE: AUXÍLIO À LISTA
Telefone 102... não! Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes......
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.

Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.

3. Importante: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???

Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97); Identidade (R$ 32,65); Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11)..

Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..

4) MULTA DE TRANSITO : essa você não sabia

No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB.
Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a
advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.

Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!!
Gostaria, se possível, que cada um não guardasse a informação só para si
Por Orlando Santana da Cruz | orlandocruz@ig.com.br

BEM-TE-VI: Sofrimento de um Cavalo

Um cavalo em Cubatão
Lá no Minizoológico
Vive muito judiado
Dentro do Parque Ecológico
Que ao invés desse nome
Melhor seria o cognome
De parque “estrambológico”
O animal ‘tá doente
Vive no meio da sujeira
O seu dorso está ferido
Com uma grande bicheira
Que está se ampliando
E ninguém está cuidando
Nela pousa varejeira
Está passando até fome
Ali não se vê comida
No cocho só se vê palha
Muito velha, ressequida
Lhe falta até a água
Para aliviar as mágoas
Da vida tão dolorida
Se o cavalo falasse
Como já fez um jumento
Do profeta Balaão
No Antigo Testamento
Diria pra seu algoz:
- “Por que és tanto atroz
E não vês meu sofrimento?
“O que foi que eu te fiz
Pra maltratares-me assim
Eu sempre só fiz o bem
Pra ninguém eu fui ruim
Já transportei muita gente
Nesse meu dorso doente
Merecia melhor fim.
“Valei-me meu São Francisco
Protetor dos animais
Livrai-me desse tormento
Nesta terra de mortais
Pois aqui em Cubatão
Os bichos não têm vez não”
Sofrem mais que Satanás

Por Orlando Santana da Cruz | orlandocruz@ig.com.br

THÍAGONY HELLEN: Nova circular - II Simpósio Sergipano de Geografia Contemporânea

II Simpósio Sergipano de Geografia Contemporânea
3º Colóquio de Formação Profissional em Geografia
60 anos da Geografia na Universidade Federal de Sergipe
13 a 16 de setembro de 2011
Eixos Temáticos
01 - Problemas Socioambientais Urbanos e Rurais
02 - Dinâmica, Ocupação e Impactos em Ambientes Costeiros
03 - Territórios Rurais e Agricultura Familiar
04 - Analise e Gestão de Bacias Hidrográficas
05 - Cartografia e Geotecnologias Aplicadas a Analise Geográfica
06 - Ensino, Pesquisa e Extensão em Geografia
07 - Turismo, Politicas Publicas e Impactos Socioambientais
08 - Planejamento Geoambiental do uso e ocupação do solo
09 - Educação Ambiental e as Múltiplas Abordagens
10 - Alimentos e Manifestações Culturais
Inscrições
Categorias
Sem apresentação
Com apresentação
Graduação
R$: 30,00
R$: 40,00
Pós-graduação
R$: 40,00
R$: 50,00
Profissionais
R$: 50,00
R$: 60,00
Prazos de submissões
Resumo: até 31/07/2011
Envio dos aceites: 10/08/2011
Trabalho completo: até 20/08/2011
Trabalhos completos serão publicados em forma de CD-ROM com ISSN e os resumos em caderno. Os trabalhos encaminhados serão apresentados oralmente por seus autores.
Normas para envio de trabalhos
Serão aceitos 02 (dois) trabalhos como autor principal cabendo co-autoria em até 03 (três) trabalhos submetidos ao evento. Os trabalhos devem ser encaminhados para os respectivos e-mails de cada eixo.
Configuração do texto
a) RESUMO
Primeira linha: titulo em maiúsculo, centralizado e em negrito.
Segunda linha: em branco.
Terceira linha: nome completo do(s) autor(es) (no máximo quatro), instituição de origem e e-mail.
Quarta linha: em branco
Quinta linha: inicia-se o resumo, o qual deverá ter no mínimo 200 e no máximo 400 palavras, ser digitado em fonte TIMES NEW ROMAN, tamanho 12, espaçamento simples, corpo do texto justificado. Deve conter, sem precisar especificar: titulo, introdução, objetivo(s), metodologia, resultados e conclusão. No final devem ser indicadas 3 (três) palavras-chave. Deve ser apresentado em papel A4, margem esquerda 3 cm, e as demais 2 cm.
Indicar o eixo temático uma linha após a indicação das palavras-chave.
b) TRABALHO COMPLETO
Deve ter no mínimo 6 (seis) e no máximo 12 (dez) laudas, incluindo figuras, tabelas e quadros devidamente numerados de modo sequencial a entrada do texto. Deverá ser digitado em formato A4, margem esquerda 3 cm, e as demais 2 cm, fonte TIME NEW ROMAN tamanho 11, espaçamento entre linhas 1,5 (um e meio), justificado, com páginas sem numeração.
Deverá conter:
Primeira linha: titulo em maiúsculo, centralizado e em negrito (fonte 12).
Segunda linha: em branco.
Terceira linha: nome completo do(s) autor(es) (no máximo quatro), instituição de origem e e-mail (fonte 11).
Quarta linha: Espaçamento duplo, apos inicia-se o texto comportando a seguinte estrutura:
· Introdução
· Materiais e Métodos
· Resultados e Discussões
· Conclusão
· Referências Bibliográficas.
As citações a partir de quatro linhas devem conter espaço simples, recuar à esquerda 4 cm e fonte 10, conforme as normas da ABNT vigentes. Os trabalhos que não atenderem aos critérios estabelecidos não serão avaliados pela comissão científica. A revisão ortográfica e gramatical é de responsabilidade dos autores. Não caberá recurso da decisão final dos avaliadores.
Indicar o eixo temático em nota de pé-de-página, bem como fazer referencia a participação em grupo de pesquisa, laboratórios e agências de fomento.
Informações e Contatos
Departamento de Geografia
(79) 2105-6742
E-mail do Simpósio
simgeocom@hotmail.com

Fica so faltando a conta e a data para inscrições de ouvintes

JOSÉ RENATO: Piso Nacional (Japaratuba)

O que a prefeita esta fazendo com os educadores do municipio de Japaratuba é um grtande absurdo. Espero que ela se sensibilize e resolva cumprir a lei do piso da maneira correta dando o reajuste sem modificar o plano de carreira.
Por José Renato | j.renato.ferreira@hotmail.com

RONALDO PEREIRA DE LIMA: Os prefeitos, a folha paralela e os cognatas

Nas cidadezinhas, os prefeitos quando estão em apuro financeiro (nunca deixam de estar) costumam dizer que “não tem dinheiro”, que “os repasses só dar para as despesas do município” e vão empurrando a administração com a barriga, digo: com a língua e remendos.
E assim vivem eles: um tapinha nas costas num dia, óculos escuro noutro, notas frias ali, vereadores passando no bolso por aqui. Mas as cidadezinhas continuam as mesmas: prestando serviços públicos devagar, faltando-lhes as bananeiras e os burros de Drummond.

Essa falta de dinheiro que a maioria dos prefeitos dizem que “não tem” é justificada por vários motivos. Um deles é tão comum, tão familiarizado que todos praticam-no: é a folha paralela.

A folha paralela é uma folha política, a parte; ajeitada por causa dos compromissos eleitorais. Para mantê-la, eles negam reajustes salariais a servidores e prestam serviços públicos sem qualidade. Assim estar distribuída: para os cabos eleitorais, polícia, parentes, amigos, financiadores de campanha (agiotas, comerciantes etc.), o bolsa semanal, os contratados, servidores públicos apadrinhados e há situações em que membros do Judiciário fazem parte dela. A folha paralela é um problema político longe de ser resolvido, graças a mercantilização do voto.

Além dessas coisas aborrecentes, há os infelizes cognatas. O cognata é o papagaio do político. Ele repete aquilo que ouve dos prefeitos, deles adquirem alguns hábitos, acham graça em tudo o que dizem e sempre procuram, de uma forma ou outra, justificar as falhas administrativas e pessoais deles. Estão em todas as partes, em todas as classes e deles não se exige escolaridade. É apenas um animalzinho, nada mais.

Por Ronaldo Pereira de Lima | ronperlim@bol.com.br

JOSÉ CARLOS OLIVEIRA: Dercy Gonçalves no Céu!

Seria irônico e hilário se não fosse a pura realidade deste nosso Brasil; e viesse desse ícone da sabedoria de uma brasileira guerreira e que não tinha papas na língua.
Apesar de ser mais uma piada dessa inesquecível figura brasileira, mas que retrata uma piada realista e que a cara da Dercy se realmente ela tivesse esse utópico encontro... rsrsrs
Riam se puderem!

DERCY GONÇALVES NO CÉU

Porra tá frio aqui em cima.
- O céu não tem temperatura, minha senhora ? pondera um porteiro celestial de plantão...
- Não tem o cacête. Tá frio sim senhor? insiste Dercy.
- Prefere o inferno? Lá é mais quentinho!
- Manda tua mãe pra lá. Cadê o Pedro?
- Pedro só atende aos purificados.
- E eu tô suja por acaso? Tô cagada, esporreada?
- Você primeiro tem que passar pelo purgatório, ajustar umas continhas?
- Não devo nada a viado nenhum.
- Você foi muito sapeca lá por baixo.
- Como é que você sabe? Andava escondido debaixo das minhas saias?
- Dercy, daqui de cima a gente vê tudo.
- Vê porra nenhuma. Vê a pobreza, a violência, meninas de 4 anos sendo estupradas pelos pais, político metendo a mão no dinheiro dos pobres, carinha cheirando até bosta pra ficar doidão? O que vocês vêem? Só me viam?
- Você fala muito palavrão.
- Eu sempre disse que o palavrão estava na cabeça de quem escutava.
Palavrão é a fome, a falta de moral destes caras que pensam que o mundo é deles. Esses goelas grandes e seus assessores laranjas, tangerinas e o cacête!
- Está vendo? Outro palavrão.
- Cacête é palavrão, seu porteiro do caralho? Palavrão é a Puta Que o Pariu!
(silêncio por alguns segundos)
- Seja bem vinda Dercy. Sou Pedro. Pode entrar.
- CARAAAAAALHO!!! Não é que eu morri mesmo?!!! Vou p/o purgatório????
- Não, pelo purgatório você já passou 101 anos, no Brasil. Venha descansar!!

Por José Carlos de Oliveira | josepcharle@yahoo.com.br

PEDRO CARDOSO: Melhoria dos serviços públicos

Em princípio deve ser destacado que a má prestação de serviço beneficia a alguns. Em todas as áreas a prestação sempre foi ruim e continua de mal a pior. Por muito tempo, especialmente no governo de Fernando Henrique Cardoso, o argumento principal seria que o Estado se envolvia em todo tipo de serviço e por isso a qualidade era ruim. Esse argumento serviu de base para a privatização geral e irrestrita, muitas delas sob fortes suspeitas de fraude, mas nada mudou na prestação dos serviços públicos.
Outro argumento que se perpetuou foi o da falta de pessoal. Se a Justiça leva séculos para julgar uma causa, culpa-se a falta de pessoal; as fronteiras são um queijo suíço, por onde passam as toneladas de drogas; falta de pessoal. E assim, em todos os setores o argumento é o mesmo. Os médicos e demais envolvidos no escândalo do hospital de Sorocaba, que recebiam sem trabalhar, são prova inconteste de que existem outros problemas mais graves, que precisariam ser resolvidos e de que não bastaria aumentar quadro de funcionários.
Há negligência na hierarquia do topo à última camada. O presidente da República relaxa com relação a seus ministros, haja vista os recentes episódios da famosa Casa Civil; os governadores e prefeitos deixam seus secretários ao bel prazer e assim chega ao chefe de setor de qualquer órgão público, com as raríssimas exceções de praxe. Os salários pagos a funcionários que não trabalham no hospital estadual de Sorocaba provam isso.
Outros problemas afetam a qualidade da gestão pública. Os mais comuns são falta de controle de material, o uso particular e até o sumiço de bens em todos os órgãos, aumentando gradativamente na medida em que sobe a hierarquia. A priorização dada a setores que não têm relevância para o público. Não é rara a contratação de garçons para servirem cafezinho; como não é quase a totalidade das cidades do Nordeste gastarem milhões com as festas juninas ao mesmo tempo em que deixam os hospitais sem esparadrapo e sem água nas torneiras. Já as polícias militares não vão atrás de criminosos por falta de gasolina, cuja veracidade requer apuração criteriosa por parte das autoridades superiores. Também se criam órgãos sem a menor necessidade, principalmente para empregar aliados derrotados em eleições recentes.
Não seria preciso mencionar nenhuma deficiência, não fosse pela teimosia das autoridades em afirmarem sempre que os serviços prestados são de primeiro mundo. O caos se estende para estradas ruins, falta de iluminação, de sinalização, de hospitais, de polícia, de creche, de qualidade nos ensinos públicos fundamental e médio e a todos os demais serviços públicos, indistintamente.
Para começar a melhoria há necessidade de primeiro as autoridades reconhecerem que a qualidade é ruim e que se resolve com melhores adequação, qualificação e fiscalização rigorosa, além de cobrança por resultados a todos os servidores. Difundir e aproveitar todas as experiências positivas de outras unidades contribuiria muito.
Seria necessário fazer um pente fino em todas as instituições para extinguir muitos órgãos, cargos e funções comissionadas desnecessários como acabar com a sobreposição de serviços, a extinção de outros e acabar muitas etapas sem nenhuma necessidade. Para se chegar a essa conclusão bastaria cada órgão analisar os próprios fins, perguntar-se para quê e constatará que muitos serviços definitivamente não servem para nada.
O bilhete único para o transporte coletivo em São Paulo diminuiu as filas por agilizar a entrada nos terminais e nos veículos, e indiretamente evitou assaltos e mortes de motoristas e de cobradores de ônibus por evitar dinheiro nos veículos. Com todos os itens positivos, após dez anos ainda não foi implantado na maioria das capitais e grandes cidades brasileiras, nas quais os assaltantes continuam matando cobradores, motoristas e passageiros.
Para melhorar a segurança pública, bastaria colocar nas ruas todos os policiais militares que prestam serviços administrativos e serviços em ambientes internos.
Nos locais de atendimento direto ao público, especialmente na saúde, deveriam constar o nome com o código identificador dos profissionais na entrada de cada estabelecimento, além dos telefones, e-mails e todos os meios para que as pessoas pudessem reclamar de eventual mau atendimento. Nenhum cidadão comum deste país consegue ser atendido por um diretor ou responsável de alguma instituição pública deste país.
Nos ambientes internos, deixar bem definidas as atribuições de cada setor, secretaria e ministério. Por meio de telefone, o cidadão nunca é atendido na primeira ligação e quase sempre o telefone é desligado automaticamente após ouvir horas de gravações. Ou então passa de um ramal a outro muitas vezes, sem esclarecimento, sem informações mínimas mesmo sobre um assunto simplório e genérico.
Não deixar serviços sob os cuidados de pessoa específica. Muitas vezes a falta de atendimento é justificada porque o colega está na hora de almoço, de um lanche, quando a responsabilidade perante terceiros é da instituição e jamais de determinadas pessoas. A cereja desse rol é a não realização de algum serviço por falta de aparelho ou por estar quebrado ou com defeito. Problema dessa natureza nem sequer deveria chegar ao cidadão. Se os tais aparelhos não funcionam, que substituam imediatamente ou providenciem o encaminhamento do cidadão, por conta do próprio órgão, para outro que preste o mesmo serviço.
A falta de manutenção também é constante na Administração Pública em geral. O exemplo recente maior é a derrubada de todos os estádios de futebol para a construção de novos para jogos da Copa, pois nenhum tinha capacidade de ser apenas adequado ou reformulado em parte.
A amplitude da Administração Pública não permite abordar todos os segmentos num só texto. Mas esses problemas não ocorrem só por ingenuidade ou descuido dos agentes públicos; muitos são propositais, com a finalidade de beneficiar pessoas e grupos empresariais. O escandaloso financiamento em curso no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ao grupo Pão de Açúcar para a fusão ou a incorporação do Carrefour exemplifica a promiscuidade entre público e privado, muito embora sejam tudo devidamente explicado e justificado. Outro episódio entre público e privado merecedor de destaque foi o passeio do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, num jatinho de um empresário que recebe bilhões mensais por contratos com o Estado do Rio de Janeiro.
Esse emaranhado nem sempre é de responsabilidade exclusiva de um ou outro órgão, mas resultado de uma cadeia de maus serviços, servidores e gestores. Essa série precisa ser quebrada num determinado ponto ou momento. Eis o papel que somente uma sociedade consciente exerceria. Daí por que não se investe para valer em educação e cultura. Mas a sociedade tem que ir à luta por conta própria, papel a que poucos se aventuram.
Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bel. Direito

Subsídio enviado pela professora Izabel Tomaz de Aquino (Propriá)

JANGO ALMEIDA: Prefeita Lara quer achatar a carreira dos professores

O fato de a prefeita de Japaratuba querer acabar com a carreira dos professores é verídico, não é uma acusação, basta olhar o documento que ela própria mandou para a Câmara, só do nível II ela retira 15% e do nível III 17%, tornando o reajuste do Piso uma piada de mau gosto. Mas, a situação é mais greve do que parece, em 2009 quando a prefeita assumiu não deu reajuste e em 2010, só houve reajuste, por conta da obrigatoriedade da implantação da Lei do Piso, mesmo assim com redução dos escalonamentos. Por conta disso, os professore de Japaratuba que tinham o quarto melhor salário do magistério no Estado de Sergipe, hoje tem um dos piores salários do Estado. Ou seja, para a prefeita Lara, implantação e reajuste do piso são oportunidades de desvalorização dos professore.
Por João Batista Almeida | jangoalmeida@gmail.com

JANGO ALMEIDA: Vamos proibir a malservação do dinheiro público

Concordo com o que disse Mirza Prado, o que ela relatou sobre Pirambu, se aplica a muitas gestões públicas, aqui mesmo, em Japaratuba, nem a Câmara de Vereadores consegue ter acesso as contas da prefeitura, imaginem o cidadão comum. Uma vez, o presidente da Câmara me disse que as contas são enviadas para o tribunal de contas. O que é que se pode esperar depois de uma dessas, em?!!

Por João Batista Almeida | jangoalmeida@gmail.com

SOB NOVA DIREÇÃO: Josivaldo Rocha é o novo diretor do Mário Trindade

Nome foi anunciado pela secretária de Educação durante os festejos juninos da instituição

Escola Mário Trindade Cruz tem novo diretor
O professor Josivaldo dos Santos Rocha, que vinha assumindo interinamente a coordenação da Escola Municipal Mário Trindade Cruz, foi confirmado pela professora Veralucia Santana, secretária municipal de Educação, durante os festejos juninos da instituição, realizados quinta e sexta-feira, 30/06 e 1º/07 como o novo diretor da maior e mais representativa escola da rede municipal de ensino.
O projeto inicial do professor Josivaldo era substituir a ex-secretária Maria de Lourdes Cardoso Gouveia na pasta que esta ocupou até o início de maio, mas o prefeito José Nilton de Souza (PMDB) fez opção pelo nome de Veralucia, para assim se aproximar da categoria dos professores, depois de um momento conturbado vivido em 2010, e aos poucos tem conseguido com a aprovação ao nome de Vera tanto pelos professores e funcionários, quando pelos estudantes e pais de alunos.
A escolha do nome de Josivaldo para ocupar o local da ex-diretora Sônia Maria Santos foi uma decisão da nova secretária que justificou “pela aceitação que seu nome vem tendo pelo conjunto da comunidade daquela casa”, disse a nossa reportagem na última quinta-feira. Essa constatação da secretária foi confirmada pelo professor Antônio Glauber (Geografia) que testemunhou o “bom relacionamento de Josivaldo, inclusive se aproximando dos professores, tratando-os como colegas”, disse,.

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