Governador teve que apelar para sua doença, Nossa Senhora da Purificação e anunciar o show do Padre Fábio de Melo que está se apresentando neste momento
Capela (do enviado especial) – Milhares de sergipanos que participam neste momento (22:15 horas) da tradicional Festa de Nossa Senhora da Purificação, padroeira da cidade de Capela, distante 67 km de Aracaju, proporcionaram entre às 21:30 e às 22:00 horas desta noite, em três momentos sonoras vaias ao governador Marcelo Déda (PT). No palco estavam vários aliados do prefeito Manuel Messias Sukita Santos (PSB), entre eles Jackson Barreto e Valadares Filho, quando o anfitrião anunciou a presença do ‘empregado número UM dos sergipanos’, disse Sukita: VAIAS. Em Seguida, não acreditando no que via (e ouvia), o prefeito anunciou o apoio do governador para aquele evento e o São Pedro 2010, e mais uma vez, repetidas VAIAS. Foi quando o Sukita o convidou para apresentar o show do padre Fábio de Melo. Mais VAIAS. Então Sukita insistiu e o povo, até que em respeito ao ‘teimosinho’ prefeito, deu uma trégua.
Trêmulo como vara verde, pálido como as bandeiras brancas, Déda pegou o microfone, falou de sua doença, agradeceu as orações dos sergipanos, enalteceu o significado da religiosidade dos sergipanos e da importância de celebrar Nossa Senhora da Purificação, padroeira dos capelenses e com devotos em todo o estado. Em seguida, Déda, já refeito da repulsa do povo sergipano, apresentou o astro principal da noite: APLAUDOS!!! Calma, estes não foram para Déda, e sim para o padre Fábio de Melo.
Para quem ainda duvidava das vaias levadas por Déda em Pirambu no Verão Sergipe 2009, e que custou uma punição a cidade praiana com a retirada do evento desta levando para Atalaia Nova, ligue agora para um amigo, amiga, jornalista, ou até para os aliados de Déda, que forçosamente irão confirmar esta informação. Déda tem se superado em seus próprios recordes. Agora é um recordista em levar vaias nos quatro cantos de Sergipe.
A maior festa de todos os tempos
Tradicionalmente conhecida por fazer o melhor São Pedro do Nordeste, Capela está realizando esta que deve ser a maior Festa de sua padroeira, Nossa Senhora da Purificação. A previsão é de que cerca de 150 mil pessoas estejam prestigiando a programação artística e religiosa, que teve início em 31 de janeiro e se encerra hoje, 02 de fevereiro. Entre as atrações, a mais esperada está sendo exatamente a do Padre Fábio de Melo, cujo show acontece neste momento em que estamos escrevendo esta matéria.
Caravanas de fiéis foram organizadas nos quatro cantos do Estado. “A cada ano mais pessoas vem participar da Festa de Nossa Senhora. Não importa o dia da semana, sua procissão arrasta uma multidão de fiéis e peregrinos de todo o Estado. Por isso, ter o Padre Fábio de Melo pela primeira vez em nosso município é um marco e a coroação do sucesso da festa”, conta a dona de casa, Elenildes Santos, ao Site Oficial da prefeitura de Capela.
Fonte: TRIBUNA DA PRAIA.net - Em: 02/02/2010
02/02/2010
31/01/2010
EXCLUSIVO: Programação do PIRAMBEACH - O Melhor Carnaval de Sergipe
Claudomir,
Pedimos desculpas aos caros internautas quanto a demora devido a divulgação do carnaval 2010. Existe um fundo de patrocínio do Governo para realização deste evento, e o valor desta ajuda é justamente o tamanho do evento, até onde poderemos chegar, a data para divulgação do apoio ficou marcada para esta sexta feira, dia 29. A programação já foi elaborada, e a mídia está toda pronta para que seja divulgado o carnaval através de rádio, TV e outdoors. Agradecemos de coração o seu intuito de divulgar este evento que pertence a todos os Pirambuenses.
PROGRAMAÇÃO:
:: 12 de Fevereiro - Sexta-feira:
Arrastão
15h – Jeito de Ser
Bloco Pet
Bloco da Melhor Idade
Praça de Eventos
22h – Cia do Axé
24h – Axé Bacana
02h – Energia Musical
:: 13 de Fevereiro - Sábado:
Arrastões
11h – Swing Black
15h – Seeway
Praça de Eventos
22h – Badalaxê
24h – Dois Ciganos
02h – Leva Gueto
:: 14 de Fevereiro - Domingo:
Arrastões:
11h – Girabamba (Bloco “As Marisqueiras”)
15h – Jam Bahia
Praça de Eventos
22h – Pichula
24h – Dekolla
02h – Asas Novas
:: Dia 15 de Fevereiro - Segunda-feira:
Arrastões
11h – Axé Bacana
15h – Danielzinho Elétrico
Praça de Eventos:
22h – Chikenana
24h – O Troco
02h – Pintura Íntima
:: Dia 16 de Fevereiro - Terça-feira:
Arrastões:
11h – Inspiração do Gueto
15h – Cid Natureza
Praça de Eventos:
22h – Solamento
24h – Asas Morenas
02h – Toma Lá da cá
Atenciosamente,
José Nilton de Souza
Prefeito de Pirambu
Nota: A Tribuna da Praia fará a maior cobertura do evento, disponibilizando diariamente notícias, entrevistas, flagrantes e até 120 fotos. Imperdível!!!
Procissão fluvial encerra Festa do Bom Jesus dos Navegantes em Propriá
Dezenas de embarcações percorreram o leito do rio São Francisco entre os estados de Sergipe e Alagoas
Dezenas de embarcações, entre catamarã, to-tó-tós, lanchas, barcos, jet-ski’s, entre outras compuseram o conjunto de mais de 50 embarcações na procissão do Bom Jesus dos Navegantes, ocorrida agora há pouco nas águas do Rio São Francisco, e que constitui-se no ponto alto festa religiosa mais aguardada do ano na região. A procissão teve início às 16 horas, saindo da Catedral Diocesana de Propriá, daí, migrando para as embarcações que se concentravam no atracadouro entre o que um dia foram o Mangaba e o Beira Rio, onde está hoje o Mirante do São Francisco.
O cortejo percorreu o rio São Francisco, do ponto que vai de Propriá, passando pelo município de Telha, próximo da Praia da Adutora. Pelo lado de Alagoas, a procissão fluvial aproximou-se da margem da cidade de Porto Real do Colégio, indo até as proximidades do povoado Sampaio, já no município de São Brás. Um dos momentos mais emocionantes e que pelo seu significado marca anualmente a procissão do Bom Jesus, é a saudação através de fogos feito pela comunidade de Porto Real do Colégio. É a maior prova de união entre duas cidades irmãs, de dois estados que são unidos pelo Rio da Integração Nacional.
A festa do Bom Jesus dos Navegantes é singular e plural. Singular pelo fato que encerra o Ciclo Natalino em Sergipe, e plural pelo seu caráter marcadamente particular entre um ano e outro. São renovações de fé, de esperança, de agradecimento ao padroeiro das águas. Do cais, da ponte, as margens dos quatro mastros (Quintino Bocaiúva, Banca do Peixe, Nelson Melo e Poeira), as pessoas se apinham para saudar o cortejo fluvial. Milhares de pessoas que integram o turismo religioso afluíram de cidades alagoanas (Porto Real do Colégio, São Brás, Igreja Nova, Girau do Ponciano, entre outras) e sergipanas (vamos evitar citá-las para não incorrer no pecado de omitir uma delas) para Propriá para a maior manifestação de fé e religiosidade popular do Baixo São Francisco.
Não perca a partir de amanhã a cobertura completa da festa, nos seus aspectos social e religioso, inclusive com mais fotos que serão adicionadas aquelas já disponibilizadas no espaço ‘Festas e Eventos’ que você pode inclusive dá uma ‘ispiadinha’ naquelas já postadas. A festa é realizada em parceria da Prefeitura de Mropriá com a Diocese de Propriá, tendo as parcerias do Governo de Sergipe, do Banese e da distribuidora local da cervejaria Nova Shin.
O cortejo percorreu o rio São Francisco, do ponto que vai de Propriá, passando pelo município de Telha, próximo da Praia da Adutora. Pelo lado de Alagoas, a procissão fluvial aproximou-se da margem da cidade de Porto Real do Colégio, indo até as proximidades do povoado Sampaio, já no município de São Brás. Um dos momentos mais emocionantes e que pelo seu significado marca anualmente a procissão do Bom Jesus, é a saudação através de fogos feito pela comunidade de Porto Real do Colégio. É a maior prova de união entre duas cidades irmãs, de dois estados que são unidos pelo Rio da Integração Nacional.
A festa do Bom Jesus dos Navegantes é singular e plural. Singular pelo fato que encerra o Ciclo Natalino em Sergipe, e plural pelo seu caráter marcadamente particular entre um ano e outro. São renovações de fé, de esperança, de agradecimento ao padroeiro das águas. Do cais, da ponte, as margens dos quatro mastros (Quintino Bocaiúva, Banca do Peixe, Nelson Melo e Poeira), as pessoas se apinham para saudar o cortejo fluvial. Milhares de pessoas que integram o turismo religioso afluíram de cidades alagoanas (Porto Real do Colégio, São Brás, Igreja Nova, Girau do Ponciano, entre outras) e sergipanas (vamos evitar citá-las para não incorrer no pecado de omitir uma delas) para Propriá para a maior manifestação de fé e religiosidade popular do Baixo São Francisco.
Não perca a partir de amanhã a cobertura completa da festa, nos seus aspectos social e religioso, inclusive com mais fotos que serão adicionadas aquelas já disponibilizadas no espaço ‘Festas e Eventos’ que você pode inclusive dá uma ‘ispiadinha’ naquelas já postadas. A festa é realizada em parceria da Prefeitura de Mropriá com a Diocese de Propriá, tendo as parcerias do Governo de Sergipe, do Banese e da distribuidora local da cervejaria Nova Shin.
30/01/2010
CONVITE: Festa de Nª Sª de Lourdes
“Com Maria, queremos servir somente a Deus”.
De 02 a 11 de fevereiro de 2010
A Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, em comunhão com o Pároco Pe. Natal e com o apoio do Conselho Pastoral Paroquial, vem convidar-lhe para participar da festa anual de sua Padroeira N. Sra. de Lourdes.
Por meio desta festa queremos nos preparar para a Campanha da Fraternidade de 2010 cujo lema é: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24c).
Na Bíblia, os pobres e todos os necessitados estão no centro da justiça que Deus exige das relações humanas e econômicas. A pobreza é fruto de decisões e de políticas humanas. Queremos que a Festa da nossa Padroeira seja uma oportunidade para refletir sobre nossa atitude e mudar as situações de extrema necessidade presentes na nossa comunidade.
Mãezinha carinhosa e Rainha deste lugar, ajudai-nos a fazer da nossa vida um sinal do amor e da justiça de Deus.
Pe. Natal Brambilla
NOVENA DA FESTA DE N. Sra. DE LOURDES
De 02 a 11 de fevereiro de 2010
PROGRAMAÇÃO:
Dia 02/02 (terça feira) – 1º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a sermos justos!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Mário César (Poço Redondo)
Patrocinadores: Terço dos Homens.
Organizadores: José Maria, Edmilson, Sr. Manoel
Noite dos Homens.
Dia 03/02 (quarta feira) – 2º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a ajudar os necessitados!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Givaldo Santos Filho (Igreja Sagrado Coração de Jesus)
Patrocinadores: LAB-VIDA, Condepi, Colônia de Pescadores, Associação dos Pescadores, Associações, Marisqueiras, Donos de Barcos, Gelo Tim, Comerciantes, Projeto TAMAR e BANESE.
Organizadores: Nadja Calheiros, Irmã Maria, Pedro Marcelo, José Augusto Almeida, Joselita Santiago, Evandro Góis, Carlos Rocha, Josiane Santos, Lucio Biriba, Luis Cláudio.
Noite dos dizimistas, pescadores e comerciantes.
Dia 04/02 (quinta feira) – 3º Dia
Às 15h00 Confissões na Igreja Matriz.
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a servir somente a Deus!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Jadilson (Barra dos Coqueiros)
Patrocinadores: Aposentados.
Organizadores: D’fausta, D’nerita, D’aurea.
Noite dos Idosos.
Dia 05/02 (sexta feira) – 4º Dia
Às 09h00 Missa dos Enfermos. Celebrante: Pe. Natal
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos o desapego aos bens materiais!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Natal.
Patrocinadores: Apostolado da Oração.
Organizadores: D. Selma, Joana de Deus, Sônia, Fátima, Marleide, Selda, Lucia Santos Ferreira.
Noite das Mulheres.
Dia 06/02 (sábado) – 5º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a sermos sinceros!”
Celebrante: Pe. Edinaldo de Oliveira (Graccho Cardoso)
Patrocinador: Veranistas.
Organizadores: D. Izabel, Cândida, Lucio, Mercedes, Marielze, Aliete.
Noite das Famílias. Às 19h30 Missa.
“Logo após a Santa Missa Leilão Beneficente”.
Dia 07/02 (domingo) – 6º Dia
Às 09:00hs da manha, Missa das crianças com batizados
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a sermos caridosos!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. João Giomo
Patrocinadores: Renovação Carismática Católica.
Organizadores: Lindo, Bruna, Suíla, Wanderson,Tiago
Noite da Juventude.
Dia 08/02 (segunda feira) – 7º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a querer o bem de todos!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. João Giomo
Patrocinadores: Catequese, Coroinhas, Infância Missionária e Pastoral da Criança
Organizadores: Eliene, Jean, Luiz Henrique, Marilia, Carlos Miguel, Cleverton, Osvaldina, Josenilsa, Miliane, Mirele, Dr. Silvia, D’jaci.
Noite das Crianças.
Dia 09/02 (terça feira) – 8º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a viver como irmãos e irmãs!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Aélio
Patrocinadores: Escola Municipal Mario Trindade Cruz, Escola Estadual José Amaral Lemos, Escola Leonor Barreto Franco, Secretaria da Educação, Escola Mundo da Fantasia, Escola Estrelinha do Saber.
Organizadores: Sônia Mª dos Santos, Tânia Teles da Costa, Tereza Neuma Muniz Cariri, Mª Juraci F.dos Santos, Mª de Lourdes Cardoso Gouveia, Inês Batista da Conceição Ângelo, Maria do Carmo de Carvalho Bispo.
Noite dos alunos, dos professores, dos funcionários da educação.
Dia 10/02 (quarta feira) – 9º Dia
Sub-tema “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos o desapego ao poder!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Natal
Patrocinadores: Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores.
Organizadores: Prefeito Dr. Nilton e D. Dolores, Vice-prefeito Dr. Marcos e Dra. Sílvia, Vereador Juarez de Deus e demais vereadores, Sem. Clênisson e Jean.
Noite dos Funcionários Públicos.
DIA DA FESTA 11/02 (quinta feira)
Às 06h00 – Alvorada Festiva e Oficio da Imaculada Conceição.
Às 09h00 – Missa Solene e Primeira Eucaristia das Crianças.
Celebrante: Pe. Natal.
Às 16h00 – Procissão e Celebração Eucarística com a participação de todas as comunidades rurais com seus respectivos padroeiros.
Celebrante:
Oração a Nossa Senhora de Lourdes
Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes, que vos dignastes aparecer a Bernadete, no lugar solitário de uma gruta, para nos lembrar que é no silêncio e recolhimento que Deus nos fala e nós falamos com ele, ajudai-nos a encontrar o sossego e a paz de espírito para nos conservarmos sempre mais unidos a Deus. Nossa Senhora, intercedei perante seu Filho Jesus para que nos dê a graça que vos pedimos e tanto precisamos (pedir a graça).
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós. Amém.
11 de fevereiro dia de NOSSA SENHORA DE LOURDES
Hoje toda a Igreja celebra a Festa de Nossa Senhora de Lourdes. Por 18 vezes, Nossa Senhora apareceu a Bernadete Soubirous, na gruta de Massabielle, perto de Lourdes, na França. As aparições tiveram início no dia 11 de fevereiro e se repetiram até 16 de julho de 1858.
A Virgem Maria manifestou-se à vidente com o título de Imaculada Conceição. É a Virgem, concebida sem pecado, que nos traz o apelo à conversão, através da penitência e da oração.
Desde 1858 o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes é visitado por numerosas romarias. Muitos doentes são curados de seus males físicos e espirituais. Os milagres e as curas são rigorosamente estudados por um comitê de médicos e especialistas. Bernadete Soubirous foi submetida a vários interrogatórios por parte de autoridades civis e eclesiásticas; as pessoas miraculadas foram e são rigorosamente examinadas até hoje. As conclusões a que se chegou revelam a veracidade das aparições de Nossa Senhora a Bernadete Soubirous, na gruta de Massabielle, assim como dos numerosos milagres realizados por Jesus, por intercessão dela.
Realização: Paróquia N. Sra. de Lourdes – Pirambu.
Apoio: Prefeitura Municipal de Pirambu.
Comissão Organizadora da Festa:
CPP e Organizadores.
“Agradecemos a todos pela participação e colaboração.
Que N. Sra. de Lourdes proteja e guarde a cada um”.
De 02 a 11 de fevereiro de 2010
A Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, em comunhão com o Pároco Pe. Natal e com o apoio do Conselho Pastoral Paroquial, vem convidar-lhe para participar da festa anual de sua Padroeira N. Sra. de Lourdes.
Por meio desta festa queremos nos preparar para a Campanha da Fraternidade de 2010 cujo lema é: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24c).
Na Bíblia, os pobres e todos os necessitados estão no centro da justiça que Deus exige das relações humanas e econômicas. A pobreza é fruto de decisões e de políticas humanas. Queremos que a Festa da nossa Padroeira seja uma oportunidade para refletir sobre nossa atitude e mudar as situações de extrema necessidade presentes na nossa comunidade.
Mãezinha carinhosa e Rainha deste lugar, ajudai-nos a fazer da nossa vida um sinal do amor e da justiça de Deus.
Pe. Natal Brambilla
NOVENA DA FESTA DE N. Sra. DE LOURDES
De 02 a 11 de fevereiro de 2010
PROGRAMAÇÃO:
Dia 02/02 (terça feira) – 1º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a sermos justos!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Mário César (Poço Redondo)
Patrocinadores: Terço dos Homens.
Organizadores: José Maria, Edmilson, Sr. Manoel
Noite dos Homens.
Dia 03/02 (quarta feira) – 2º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a ajudar os necessitados!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Givaldo Santos Filho (Igreja Sagrado Coração de Jesus)
Patrocinadores: LAB-VIDA, Condepi, Colônia de Pescadores, Associação dos Pescadores, Associações, Marisqueiras, Donos de Barcos, Gelo Tim, Comerciantes, Projeto TAMAR e BANESE.
Organizadores: Nadja Calheiros, Irmã Maria, Pedro Marcelo, José Augusto Almeida, Joselita Santiago, Evandro Góis, Carlos Rocha, Josiane Santos, Lucio Biriba, Luis Cláudio.
Noite dos dizimistas, pescadores e comerciantes.
Dia 04/02 (quinta feira) – 3º Dia
Às 15h00 Confissões na Igreja Matriz.
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a servir somente a Deus!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Jadilson (Barra dos Coqueiros)
Patrocinadores: Aposentados.
Organizadores: D’fausta, D’nerita, D’aurea.
Noite dos Idosos.
Dia 05/02 (sexta feira) – 4º Dia
Às 09h00 Missa dos Enfermos. Celebrante: Pe. Natal
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos o desapego aos bens materiais!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Natal.
Patrocinadores: Apostolado da Oração.
Organizadores: D. Selma, Joana de Deus, Sônia, Fátima, Marleide, Selda, Lucia Santos Ferreira.
Noite das Mulheres.
Dia 06/02 (sábado) – 5º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a sermos sinceros!”
Celebrante: Pe. Edinaldo de Oliveira (Graccho Cardoso)
Patrocinador: Veranistas.
Organizadores: D. Izabel, Cândida, Lucio, Mercedes, Marielze, Aliete.
Noite das Famílias. Às 19h30 Missa.
“Logo após a Santa Missa Leilão Beneficente”.
Dia 07/02 (domingo) – 6º Dia
Às 09:00hs da manha, Missa das crianças com batizados
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a sermos caridosos!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. João Giomo
Patrocinadores: Renovação Carismática Católica.
Organizadores: Lindo, Bruna, Suíla, Wanderson,Tiago
Noite da Juventude.
Dia 08/02 (segunda feira) – 7º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a querer o bem de todos!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. João Giomo
Patrocinadores: Catequese, Coroinhas, Infância Missionária e Pastoral da Criança
Organizadores: Eliene, Jean, Luiz Henrique, Marilia, Carlos Miguel, Cleverton, Osvaldina, Josenilsa, Miliane, Mirele, Dr. Silvia, D’jaci.
Noite das Crianças.
Dia 09/02 (terça feira) – 8º Dia
Sub-tema: “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos a viver como irmãos e irmãs!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Aélio
Patrocinadores: Escola Municipal Mario Trindade Cruz, Escola Estadual José Amaral Lemos, Escola Leonor Barreto Franco, Secretaria da Educação, Escola Mundo da Fantasia, Escola Estrelinha do Saber.
Organizadores: Sônia Mª dos Santos, Tânia Teles da Costa, Tereza Neuma Muniz Cariri, Mª Juraci F.dos Santos, Mª de Lourdes Cardoso Gouveia, Inês Batista da Conceição Ângelo, Maria do Carmo de Carvalho Bispo.
Noite dos alunos, dos professores, dos funcionários da educação.
Dia 10/02 (quarta feira) – 9º Dia
Sub-tema “Nossa Senhora de Lourdes, ensinai-nos o desapego ao poder!”
Às 19h30 Missa. Celebrante: Pe. Natal
Patrocinadores: Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores.
Organizadores: Prefeito Dr. Nilton e D. Dolores, Vice-prefeito Dr. Marcos e Dra. Sílvia, Vereador Juarez de Deus e demais vereadores, Sem. Clênisson e Jean.
Noite dos Funcionários Públicos.
DIA DA FESTA 11/02 (quinta feira)
Às 06h00 – Alvorada Festiva e Oficio da Imaculada Conceição.
Às 09h00 – Missa Solene e Primeira Eucaristia das Crianças.
Celebrante: Pe. Natal.
Às 16h00 – Procissão e Celebração Eucarística com a participação de todas as comunidades rurais com seus respectivos padroeiros.
Celebrante:
Oração a Nossa Senhora de Lourdes
Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes, que vos dignastes aparecer a Bernadete, no lugar solitário de uma gruta, para nos lembrar que é no silêncio e recolhimento que Deus nos fala e nós falamos com ele, ajudai-nos a encontrar o sossego e a paz de espírito para nos conservarmos sempre mais unidos a Deus. Nossa Senhora, intercedei perante seu Filho Jesus para que nos dê a graça que vos pedimos e tanto precisamos (pedir a graça).
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós. Amém.
11 de fevereiro dia de NOSSA SENHORA DE LOURDES
Hoje toda a Igreja celebra a Festa de Nossa Senhora de Lourdes. Por 18 vezes, Nossa Senhora apareceu a Bernadete Soubirous, na gruta de Massabielle, perto de Lourdes, na França. As aparições tiveram início no dia 11 de fevereiro e se repetiram até 16 de julho de 1858.
A Virgem Maria manifestou-se à vidente com o título de Imaculada Conceição. É a Virgem, concebida sem pecado, que nos traz o apelo à conversão, através da penitência e da oração.
Desde 1858 o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes é visitado por numerosas romarias. Muitos doentes são curados de seus males físicos e espirituais. Os milagres e as curas são rigorosamente estudados por um comitê de médicos e especialistas. Bernadete Soubirous foi submetida a vários interrogatórios por parte de autoridades civis e eclesiásticas; as pessoas miraculadas foram e são rigorosamente examinadas até hoje. As conclusões a que se chegou revelam a veracidade das aparições de Nossa Senhora a Bernadete Soubirous, na gruta de Massabielle, assim como dos numerosos milagres realizados por Jesus, por intercessão dela.
Realização: Paróquia N. Sra. de Lourdes – Pirambu.
Apoio: Prefeitura Municipal de Pirambu.
Comissão Organizadora da Festa:
CPP e Organizadores.
“Agradecemos a todos pela participação e colaboração.
Que N. Sra. de Lourdes proteja e guarde a cada um”.
Crônica: “A Festa de Bom Jesus dos Navegantes de Propriá”
Texto: José Alberto Amorim * | Foto: Acervo de Washington Prata
Através de pesquisas e da oralidade com pessoas idosas, a Festa de Bom Jesus dos Navegantes de Propriá, consta dos primórdios do século XX, após o fato de três pescadores na enchente da Januária, em 1906. Os pescadores encontravam-se em uma canoa de pescaria defronte à cidade de Propriá, quando foram atingidos por uma grande tempestade. Aflitos, clamaram por socorro ao Bom Jesus, sendo imediatamente atendidos.
Anos mais tarde, a Igreja teve conhecimento do ocorrido e, através da Confraria de São Vicente de Paula, tomou a iniciativa em festejar o Bom Jesus no último domingo de Janeiro de 1914, estendendo-se até os dias de hoje.
A solenidade em ação de graças aos agricultores e rizicultores ribeirinhos cujas produções dependiam do ciclo das águas, graças alcançadas também pelos canoeiros e pescadores, onde canoas e lanchas tinham grande importância como meio de transportes do Baixo São Francisco.
A procissão fluvial percorre as margens direita e esquerda do rio, entre as cidades de Propriá e porto Real do Colégio(Alagoas) .
O cortejo com a imagem do Bom Jesus era composto por canoas; a canoa de tolda “Marialva” era puxada pelo “Vapor”, que vinha da cidade de Penedo. Na sua chegada a Propriá, o paquete era saudado com fogos e pelos sons de sirenes das mais de doze beneficiadoras de arroz da cidade, o que se repetia no seu retorno.
Atualmente o séquito é acompanhado por canoas, lanchas, catamarãs, Jet –sky e balsa que transporta a imagem do Bom Jesus.
Num passado recente, havia corridas de pequenas canoas a vela e atividades náuticas, tendo como destaque a competição a nado, partindo da cidade de Colégio até Propriá.
Tínhamos exímios nadadores, Zé peixe e Rita Peixe (atualmente morando em Aracaju), João bate-asa (falecido) e Pedro “bulachão”, dentre outros que faziam a travessia do “Velho Chico” com a maior naturalidade.
O precursor dos “mastros”, que simbolizavam as canoas foi José Maurício, o” Zeca Pelado”, do Bairro de “cima”, como era conhecida a parte oeste da cidade, mais precisamente na hoje, Rua Quintino Bacaiuva. Zeca Pelado, além de tratar da organização dos festejos, era também responsável pelos disparos de uma grande ronqueira.
“Após o advento do mastro do “Bairro de Baixo”, (Poeira), se dá início a uma eterna disputa pela maior queima de fogos de artifícios.
Além da reunião de familiares, de pessoas das diversas cidades próximas e de outros Estados, a Festa do Bom Jesus dos Navegantes de Propriá é o maior acontecimento popular do Baixo São Francisco.
_____________________________________
* José Alberto Amorim é secretário municipal de Administração e Desenvolvimento Institucional de Propriá, ex-presidente municipal do PT e licenciado em História pela Universidade Vale do Acaraú (UVA/SE), defendendo a Monografia “A Ditadura Militar em Propriá” (2009).
Através de pesquisas e da oralidade com pessoas idosas, a Festa de Bom Jesus dos Navegantes de Propriá, consta dos primórdios do século XX, após o fato de três pescadores na enchente da Januária, em 1906. Os pescadores encontravam-se em uma canoa de pescaria defronte à cidade de Propriá, quando foram atingidos por uma grande tempestade. Aflitos, clamaram por socorro ao Bom Jesus, sendo imediatamente atendidos.
Anos mais tarde, a Igreja teve conhecimento do ocorrido e, através da Confraria de São Vicente de Paula, tomou a iniciativa em festejar o Bom Jesus no último domingo de Janeiro de 1914, estendendo-se até os dias de hoje.
A solenidade em ação de graças aos agricultores e rizicultores ribeirinhos cujas produções dependiam do ciclo das águas, graças alcançadas também pelos canoeiros e pescadores, onde canoas e lanchas tinham grande importância como meio de transportes do Baixo São Francisco.
A procissão fluvial percorre as margens direita e esquerda do rio, entre as cidades de Propriá e porto Real do Colégio(Alagoas) .
O cortejo com a imagem do Bom Jesus era composto por canoas; a canoa de tolda “Marialva” era puxada pelo “Vapor”, que vinha da cidade de Penedo. Na sua chegada a Propriá, o paquete era saudado com fogos e pelos sons de sirenes das mais de doze beneficiadoras de arroz da cidade, o que se repetia no seu retorno.
Atualmente o séquito é acompanhado por canoas, lanchas, catamarãs, Jet –sky e balsa que transporta a imagem do Bom Jesus.
Num passado recente, havia corridas de pequenas canoas a vela e atividades náuticas, tendo como destaque a competição a nado, partindo da cidade de Colégio até Propriá.
Tínhamos exímios nadadores, Zé peixe e Rita Peixe (atualmente morando em Aracaju), João bate-asa (falecido) e Pedro “bulachão”, dentre outros que faziam a travessia do “Velho Chico” com a maior naturalidade.
O precursor dos “mastros”, que simbolizavam as canoas foi José Maurício, o” Zeca Pelado”, do Bairro de “cima”, como era conhecida a parte oeste da cidade, mais precisamente na hoje, Rua Quintino Bacaiuva. Zeca Pelado, além de tratar da organização dos festejos, era também responsável pelos disparos de uma grande ronqueira.
“Após o advento do mastro do “Bairro de Baixo”, (Poeira), se dá início a uma eterna disputa pela maior queima de fogos de artifícios.
Além da reunião de familiares, de pessoas das diversas cidades próximas e de outros Estados, a Festa do Bom Jesus dos Navegantes de Propriá é o maior acontecimento popular do Baixo São Francisco.
_____________________________________
* José Alberto Amorim é secretário municipal de Administração e Desenvolvimento Institucional de Propriá, ex-presidente municipal do PT e licenciado em História pela Universidade Vale do Acaraú (UVA/SE), defendendo a Monografia “A Ditadura Militar em Propriá” (2009).
26/01/2010
Veja como ajudar as vítimas do terremoto no Haiti
Tragédia pode ter afetado 3 milhões de pessoas, diz Cruz Vermelha
Do G1 e Ascom Exército Brasileiro
O terremoto no Haiti causou destruição e pode ser afetado cerca de 3 milhões de pessoas, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, que alerta, porém, que o número ainda pode mudar porque ainda falta verificar muita coisa sobre a situação no país.
Quem quiser ajudar as vítimas do terremoto tem algumas opções. Como costuma acontecer depois de tragédias, podem aparecer sites falsos pedindo doações, então procure doar para instituições reconhecidas por meio do site delas.
A embaixada do Haiti no Brasil recebe doações em dinheiro por meio da conta corrente abaixo. Os recursos serão recebidos diretamente pela embaixada e administrados por ela, segundo o Banco do Brasil. Podem ser feitos depósitos ou transferências de qualquer banco e até mesmo de fora do Brasil para a conta corrente.
Nome: Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
CC: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) também recebe doações só em dinheiro. Segundo Silvia Backes, coordenadora do CICV no Brasil, a entidade não recebe outros tipos de doações, como roupas, devido à dificuldade de enviá-las ao país. Ela diz que há uma equipe de ajuda emergencial da Cruz Vermelha saindo de Genebra com toneladas de doações e com equipes de médicos.
Para doar ao CICV, use a conta corrente abaixo:
Nome: Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC
Agência: 1276
CC: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51
No caso de doações por meio de transferências bancárias, é preciso acrescentar o código 00200 no campo finalidade.
O Movimento Viva Rio informou que abriu uma conta para receber doações que serão usadas para compra de alimentos, água e medicamentos.
Presente desde 2004 no Haiti, o Viva Rio mantém uma equipe de mais de 400 pessoas trabalhando nos projetos, sendo nove brasileiros. Doações podem ser feitas na conta:
Nome: Movimento Viva Rio
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1769-8
CC: 5113-6
CNPJ: 00343941/0001-28
O músico haitiano Wyclef Jean recebe doações para ajudar as vítimas do terremoto por meio de sua ONG, a Yelé Haiti. Para doar, acesse o site do Yelé Haiti, clique em "Donate", escolha o valor da doação e forneça os dados do seu cartão de crédito.
A ActionAid, organização internacional sem fins lucrativos, também está recebendo doações. Para ajudar as vítimas do terremoto no Haiti, o interessado pode fazer uma doação pelo telefone 0300 789 8525, das 10h até as 18h, de segunda a sexta-feira, ou pelo site da entidade (www.ajudeohaiti.org.br). A doação mínima é de R$ 10.
A Caixa Econômica Federal lançou nesta sexta-feira (15) uma campanha de ajuda às vítimas do terremoto. Os depósitos serão encaminhadas para o Programa Mundial de Alimentação (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU) e para o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assistência Humanitária (OCHA, sigla em inglês).
Doações podem ser realizados em toda a rede da Caixa e não há valor mínimo. Os dados para fazer depósito são os seguintes:
Nome: PNUD - Haiti
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 0647
Operação: 003
Conta: 600-1
O Exército Brasileiro disponibilizou contatos para enviar ajuda:
1. Medicamentos e ofertas de serviços médicos
- Órgão responsável: Ministério da Saúde
- Contato: missaodeajudahaiti@saude.gov.br
2. Água engarrafada e alimentos para consumo imediato, a exemplo de leite tipo longa vida, sucos em caixa ou lata, achocolatados, biscoitos, barras de cereais, frutas desidratadas e enlatados de pronto consumo.
- Órgão responsável: Secretaria Nacional de Defesa Civil
- Contato: www.defesacivil.gov.br (unidades da defesa civil do País, com base nos estados e municípios)
3. Outras ofertas de serviços
- Órgão responsável: Gabinete de Segurança Institucional da Pres Rep (GSI/PR)
- Contatos: saei@planalto.gov.br ou FAX: (61) 3411-1297.
4. Doações em valores:
- Banco do Brasil Conta SOS HAITI- Embaixada do Haiti
Agência 1606-3
Conta Corrente 91000-7
- Caixa Econômica Federal Conta PNUD HAITI
Agência 0647 Op 003
Conta Corrente 600-1
Assessoria de Comunicação Social do GSI
Brasília, DF, 18 de janeiro de 2010
Fax: (61) 3411-1479
asscomgsi@planalto.gov.br
Informações sobre cidadãos brasileiros no Haiti podem ser obtidas no Núcleo de Assistência a Brasileiros do Itamaraty, nos telefones abaixo:
(61) 3411-8803
(61) 3411-8805
(61) 3411-8808
(61) 3411-8817
(61) 3411-9718
(61) 8197-2284
Do G1 e Ascom Exército Brasileiro
O terremoto no Haiti causou destruição e pode ser afetado cerca de 3 milhões de pessoas, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, que alerta, porém, que o número ainda pode mudar porque ainda falta verificar muita coisa sobre a situação no país.
Quem quiser ajudar as vítimas do terremoto tem algumas opções. Como costuma acontecer depois de tragédias, podem aparecer sites falsos pedindo doações, então procure doar para instituições reconhecidas por meio do site delas.
A embaixada do Haiti no Brasil recebe doações em dinheiro por meio da conta corrente abaixo. Os recursos serão recebidos diretamente pela embaixada e administrados por ela, segundo o Banco do Brasil. Podem ser feitos depósitos ou transferências de qualquer banco e até mesmo de fora do Brasil para a conta corrente.
Nome: Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
CC: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) também recebe doações só em dinheiro. Segundo Silvia Backes, coordenadora do CICV no Brasil, a entidade não recebe outros tipos de doações, como roupas, devido à dificuldade de enviá-las ao país. Ela diz que há uma equipe de ajuda emergencial da Cruz Vermelha saindo de Genebra com toneladas de doações e com equipes de médicos.
Para doar ao CICV, use a conta corrente abaixo:
Nome: Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC
Agência: 1276
CC: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51
No caso de doações por meio de transferências bancárias, é preciso acrescentar o código 00200 no campo finalidade.
O Movimento Viva Rio informou que abriu uma conta para receber doações que serão usadas para compra de alimentos, água e medicamentos.
Presente desde 2004 no Haiti, o Viva Rio mantém uma equipe de mais de 400 pessoas trabalhando nos projetos, sendo nove brasileiros. Doações podem ser feitas na conta:
Nome: Movimento Viva Rio
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1769-8
CC: 5113-6
CNPJ: 00343941/0001-28
O músico haitiano Wyclef Jean recebe doações para ajudar as vítimas do terremoto por meio de sua ONG, a Yelé Haiti. Para doar, acesse o site do Yelé Haiti, clique em "Donate", escolha o valor da doação e forneça os dados do seu cartão de crédito.
A ActionAid, organização internacional sem fins lucrativos, também está recebendo doações. Para ajudar as vítimas do terremoto no Haiti, o interessado pode fazer uma doação pelo telefone 0300 789 8525, das 10h até as 18h, de segunda a sexta-feira, ou pelo site da entidade (www.ajudeohaiti.org.br). A doação mínima é de R$ 10.
A Caixa Econômica Federal lançou nesta sexta-feira (15) uma campanha de ajuda às vítimas do terremoto. Os depósitos serão encaminhadas para o Programa Mundial de Alimentação (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU) e para o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assistência Humanitária (OCHA, sigla em inglês).
Doações podem ser realizados em toda a rede da Caixa e não há valor mínimo. Os dados para fazer depósito são os seguintes:
Nome: PNUD - Haiti
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 0647
Operação: 003
Conta: 600-1
O Exército Brasileiro disponibilizou contatos para enviar ajuda:
1. Medicamentos e ofertas de serviços médicos
- Órgão responsável: Ministério da Saúde
- Contato: missaodeajudahaiti@saude.gov.br
2. Água engarrafada e alimentos para consumo imediato, a exemplo de leite tipo longa vida, sucos em caixa ou lata, achocolatados, biscoitos, barras de cereais, frutas desidratadas e enlatados de pronto consumo.
- Órgão responsável: Secretaria Nacional de Defesa Civil
- Contato: www.defesacivil.gov.br (unidades da defesa civil do País, com base nos estados e municípios)
3. Outras ofertas de serviços
- Órgão responsável: Gabinete de Segurança Institucional da Pres Rep (GSI/PR)
- Contatos: saei@planalto.gov.br ou FAX: (61) 3411-1297.
4. Doações em valores:
- Banco do Brasil Conta SOS HAITI- Embaixada do Haiti
Agência 1606-3
Conta Corrente 91000-7
- Caixa Econômica Federal Conta PNUD HAITI
Agência 0647 Op 003
Conta Corrente 600-1
Assessoria de Comunicação Social do GSI
Brasília, DF, 18 de janeiro de 2010
Fax: (61) 3411-1479
asscomgsi@planalto.gov.br
Informações sobre cidadãos brasileiros no Haiti podem ser obtidas no Núcleo de Assistência a Brasileiros do Itamaraty, nos telefones abaixo:
(61) 3411-8803
(61) 3411-8805
(61) 3411-8808
(61) 3411-8817
(61) 3411-9718
(61) 8197-2284
PAULO BRITTO esclarece por que não realizou o 25º Encontro Cultural em 2009
Meu caro Caludomir,
Todos já sabem o porquê de não termos realizado o 25o. Encontro Cultural
o ano passado: A ABSOLUTA FALTA DE RECURSOS FINANCEIROS.
Por temperamento e responsabilidade só autorizo as despesas que o
municípo possa absorver.
Este ano, se a Justiça Eleitoral permitir faremos o nosso Encontro
Cultural em Setembro - DATA EM QUE ACHO APROPRIADA PARA QUE POSSAMOS
INCLUÍ-LA NO CALENDÁRIO DE EVENTOS DO ESTADO. PROPRIÁ FICARIA ENTÃO, COM
TRÊS GRANDES EVENTOS BEM DISTRIBUÍDOS: FESTA DE BOM JESUS (JANEIRO),
TREZENÁRIO DE SANTO ANTÔNIO/FORRÓ DO COMÉRCIO (JUNHO) E ENCONTRO
CULTURAL (SETEMBRO). PERFEITO PARA A FÉ E RELIOGIZIDADE, PERFEITO PARA O
LAZER DE NOSSO POVO E PERFEITO PARA A GERAÇÃO DE RENDA.
No entanto, caso a Justiça Eleitoral não permitir no mês de setembro,
sem que antes a festa tenha sido incluída no calendário oficial do
Estado de Sergipe, a faremos realizar junto com o Forró do Comércio. Nos
anos futuros ela passará a ser, DEFINITIVAMENTE, em setembro. QUE TAL
ABRINDO A PRIMAVERA?
Jamais abandonaria evento de tal importância para a cultura de nosso
povo, principalmente este próximo Encontro Cultural que terá como tema
os 100 anos dde nascimento do poeta João Fernandes de Britto, o Dr.
Britinho, meu querido e inesquecível pai.
Esperando ter esclarecido o assunto, um grande, afetuoso e respeitoso
abraço.
Paulo Britto
PREFEITO MUNICIPAL
Todos já sabem o porquê de não termos realizado o 25o. Encontro Cultural
o ano passado: A ABSOLUTA FALTA DE RECURSOS FINANCEIROS.
Por temperamento e responsabilidade só autorizo as despesas que o
municípo possa absorver.
Este ano, se a Justiça Eleitoral permitir faremos o nosso Encontro
Cultural em Setembro - DATA EM QUE ACHO APROPRIADA PARA QUE POSSAMOS
INCLUÍ-LA NO CALENDÁRIO DE EVENTOS DO ESTADO. PROPRIÁ FICARIA ENTÃO, COM
TRÊS GRANDES EVENTOS BEM DISTRIBUÍDOS: FESTA DE BOM JESUS (JANEIRO),
TREZENÁRIO DE SANTO ANTÔNIO/FORRÓ DO COMÉRCIO (JUNHO) E ENCONTRO
CULTURAL (SETEMBRO). PERFEITO PARA A FÉ E RELIOGIZIDADE, PERFEITO PARA O
LAZER DE NOSSO POVO E PERFEITO PARA A GERAÇÃO DE RENDA.
No entanto, caso a Justiça Eleitoral não permitir no mês de setembro,
sem que antes a festa tenha sido incluída no calendário oficial do
Estado de Sergipe, a faremos realizar junto com o Forró do Comércio. Nos
anos futuros ela passará a ser, DEFINITIVAMENTE, em setembro. QUE TAL
ABRINDO A PRIMAVERA?
Jamais abandonaria evento de tal importância para a cultura de nosso
povo, principalmente este próximo Encontro Cultural que terá como tema
os 100 anos dde nascimento do poeta João Fernandes de Britto, o Dr.
Britinho, meu querido e inesquecível pai.
Esperando ter esclarecido o assunto, um grande, afetuoso e respeitoso
abraço.
Paulo Britto
PREFEITO MUNICIPAL
Era uma vez o Encontro Cultural de Propriá
População reage indignada com programação da Festa do Bom Jesus dos Navegantes, em que exclui o XXV Encontro Cultural
Por Claudomir Tavares * | claudomir@tribunadapraia.net
Há uns quinze dias atrás, quando buscávamos junto a prefeitura de Propriá e secretaria Paroquial as respectivas programações cultural, social e religiosa, anunciávamos que faríamos anunciar com total exclusividade neste portal aos nossos leitores, como temos feito desde 2005. Chegamos a anunciar que nos próximos dias divulgaríamos a programação da Festa do Bom Jesus dos Navegantes e XXV Encontro Cultural de Propriá. E afirmávamos com tanta certeza pois em uma reunião da ONG Karranka, realizada no mês de agosto de 2009 na Diretoria Regional de Educação (DRE’ 06), o secretário municipal de Cultura e Meio Ambiente, professor Martinho José da Silva, afirmava peremptoriamente que o Encontro Municipal, previsto para ser realizado em setembro daquele ano, seria realizado junto com a Festa do Bom Jesus dos Navegantes em janeiro de 2010.
O secretário afirmava que aquela era uma decisão do prefeito Paulo Britto (PT), que remanejou o encontro desde 2008 para uma outra data, para garantir os recursos necessários a sua realização. A reação de artistas e intelectuais naquele momento foi de mais completa indignação, pois esta garantia do prefeito de que o Encontro seria realizado junto com a Festa de Santo Antônio, padroeiro da cidade, como ocorreu em 2008, também seria feito em 2009. Adiou para setembro e depois frustrou a todos com a informação que os pegou de surpresa.
Integrantes da Karrankas chegaram a ventilar a idéia de chamar para a comunidade artista a responsabilidade de não deixar passar em branco um ano, o primeiro desde 1994, sem realizar o Encontro. Depois, em função do exímio tempo que restava, declinaram para a proposta de realizar o I Circuito Cultural da Karrankas. Infelizmente a idéia não pode ser concretizada, pois o grupo não viabilizou as condicionantes necessárias a sua realização. Nos ‘rendemos’ e aguardávamos, então, que pelo menos desta vez a administração municipal realizasse o XXV Encontro Cultural de Propriá, novamente concomitantemente com a Festa do Bom Jesus dos Navegantes, o que parece ser uma unanimidade na cidade de que nunca deveriam ter promovido o desmembramento, que no imaginário popular, é o fim do evento.
Na cidade a população que até o dia 16 aguardava com ansiedade a programação da Festa e Encontro, foi surpreendida quando a Tribuna da Praia divulgou com absoluta exclusividade, depois de conseguir junto ao secretário Charles Francisco de Souza (Desenvolvimento Econômico, Geração de Emprego e Renda e do Turismo), a Programação Artística (ou social). Naquele dia informávamos que o prefeito Paulo Britto havia decidido, pelo terceiro ano consecutivo, não realizar o Encontro Cultural paralelo a Festa do Bom Jesus dos Navegantes. No dia 19, divulgamos a programação completa (Religiosa – Cívica, Ecológica e Esportiva – Artística), a partir de um contato com o professor Martinho José da Silva, secretário municipal de Cultura e Meio Ambiente.
Os demais meios de comunicação, inclusive o Portal da Prefeitura, só veio divulgar a programação a partir de 20 de janeiro, os da capital, a partir do dia 21. Estava aí a prova inequívoca do nosso compromisso com as manifestações culturais de nossa gente. Mas voltaremos no final da Coluna ‘Fique de Olho’ de hoje a falar da importância do Encontro Cultural de Propriá e dos prejuízos que a sua não realização acarretam a Princesinha do São Francisco.
:: PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE
A cidade de São Cristóvão, distante 17 km de Aracaju, está em campanha para transformar a Praça São Francisco, um dos mais belos conjuntos coloniais brasileiros, em Patrimônio da Humanidade, reconhecimento que depende da chancela da UNESCO, organismo das Nações Unidas para proteção do patrimônio cultural. A campanha envolve importantes segmentos da sociedade sergipana, aos quais nos incluímos. Mas o próprio poder público de São Cristóvão poderia ter feito sua parte, ao não manter a regularidade do Festival de Arte de São Cristóvão (FASC), criado em 1972 (como parte das comemorações pela passagem dos 150 anos da independência do Brasil) pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), e hoje corre atrás do prejuízo. Não se exemplou e novamente em 2009 deixou de realizar o Encontro. Os motivos, alegam, são as constantes ondas de instabilidades que tem vitimado o município. O último foi realizado em 2005, pelo ex-prefeito José Correia, o Zezinho da Everest (PTB), afastado do cargo em 2007 e falecido em circunstâncias nunca totalmente esclarecidas em 2008.
:: PATRIMÔNIO CULTURAL COMO PILAR PARA O DESENVOLVIMENTO
Recentemente (07 a 10/01) a cidade de Laranjeiras realizou com grande efervescência seu XXXV Encontro Cultural de Laranjeiras, ocasião em que discutiu a importância do Patrimônio Cultural como pilar para o desenvolvimento. O Encontro surgiu em 1976, numa parceria entre o Ministério da Cultura e o Governo de Sergipe, como forma de fortalecer as manifestações da cultura popular, com forte apelo cultural para o folclore, do qual a cidade é uma das mais representativas expressões. Laranjeiras realiza o evento de forma ininterrupta sempre concomitante com a Festa de Santos Reis, tradição no município.
:: CULTURA E MEIO AMBIENTE
Em 1991, o Projeto Tamar e a comunidade de Pirambu criaram o Culturarte (Encontro de Cultura e Arte de Pirambu). É umas das principais atividades de preservação e valorização cultural apoiadas pelo Tamar em Sergipe. Trata-se de uma grande mostra anual de eventos que alia tradições culturais ao programa de conservação das tartarugas marinhas. Foi criado com o objetivo de fomentar a educação ambiental através da arte, reunindo a comunidade, turistas e visitantes das cidades vizinhas. Em 2009 (18 a 20/12) aconteceu a 19ª edição, homenageando um dos mestres do folclore local, o Grande Constantino (Lariô da Tartaruga), falecido em abril de 2009. Isso aconteceu nos anos anteriores, sempre homenageando no cortejo folclórico um dos mestres que foi se juntar ao Grande Pai, deixando lições inapagáveis.
:: UM ENCONTRO PARA O SENHOR DOS LABIRINTOS
Arthur Bispo do Rosário (1909-1989), o ‘Senhor dos Labirintos’, é considerado pela crítica como um dos principais artistas brasileiros do século XX, saudado nacional e internacionalmente, mas apreciado por um público ainda restrito a artistas e intelectuais. A prefeitura municipal de Japaratuba, em um reconhecimento ainda que tardio, criou em 2002 um Festival de Artes que leva o nome do gênio universal das artes plásticas. Em 2009 o município dedicou as atividades culturais e artistas desenvolvidas pelo poder público ao Centenário do Bispo, depois de 20 anos de sua passagem para o outro plano. Chegou em 2010 a sua nona edição, crescendo e consolidando-se a cada ano. É realizado dentro e ao concomitante com a Festa de Santos Reis (07 a 10/01), iniciando no dia em que esta encerra-se com a coroação dos reis e rainhas do Cacumbi e do Maracatu, prosseguindo até o dia 14, véspera da Festa das Cabadinhas (15 a 17/01).
:: A IMPORTÂNCIA DOS ENCONTROS CULTURAIS
Outras cidades sergipanas realizam anualmente seus encontros, festivais e mostras culturais, sempre com a motivação de promover e resgatar as manifestações artistas e culturais endêmicas daquelas comunidades ou presentes entre eles, fruto de heranças, tradições que se pretendem perpetuarem-se entre as gerações presentes e futuras. É o caso de Japoatã, Neópolis, Gararu, Graccho Cardoso, Itaporanga, Santo Amaro das Brotas e mais recentemente Santana do São Francisco. Esta última descobriu no período da Festa de Bom Jesus dos Navegantes (13 a 17/01) um período importante e estratégico do ponto de vista cultural, turístico e econômico para aliar a tradicional festa dos santos das águas, ao potencial artístico da cidade, que vai do artesanato/fator econômico ao samba-de-coco/fator cultural, entre outros elementos visíveis naquela manifestação da cultura sergipana.
:: O FANTÁSTICO PROJETO CHAMADO ENCONTRO CULTURAL
Surgido em 1984, das entranhas do desativado CSU (Centro Social Urbano), a época sob a responsabilidade da senhora Maria das Graças Nascimento (Dona Menininha), nos anos seguintes o Encontro Cultural foi encampado não só pelo poder público, como e principalmente pela sociedade, que se apropriou de um produto que ela se identificava. Uma de suas idealizadoras, a professora Tereza Cariri disse em postagem no Mural de Recados da Tribuna da Praia que “realmente não dá pra continuar calada (...) Caros conterrâneos sinto muito... Confesso saudades!!!”, desabava a professora e uma das principais personagens do universo cultural nos anos 80 em Propriá.
:: NÃO SE JUSTIFICA
Enquanto aos demais municípios sergipanos têm encontrado nos encontros e festivais culturais uma alavanca para o desenvolvimento sócio-cultural, como fomento para a economia da cultura e o turismo cultural, o município de própria alega que o desmembramento tem como objetivo proporcionar uma nova data no calendário cultural do município. Assim, defendemos que esta proposta seja dialogada com a sociedade, em um Simpósio ou Seminário, mas um fórum dentro do próprio Encontro Cultural. Este debate, a construção do Encontro Cultural, deveria ter integrado a pauta do 1º Seminário Municipal de Cultura (22/08) ou 1ª Conferência Municipal de Cultura (29/09), mas estes temas foram minimizados pela necessidade de discutir ‘os grandes temas nacionais’. De positivo, a criação do Conselho Municipal de Cultura, que deve se apropriar deste debate, para salvar o Encontro Municipal, realizando este, impreterivelmente, no primeiro semestre (e não junto com a Festa de Santo Antônio), fazendo-o retornar para sua data sagrada em 2011.
:: FALTA UMA POLÍTICA CULTURAL
Com todo o respeito que temos pelos que fazem a administração municipal, e eles sabem que estas críticas são fraternas, o que falta em Propriá é uma política cultural, construída a partir de um processo amplo de debate que envolva o conjunto dos artistas, dos atores sociais do universo cultural (e Propriá tem um forte repertório, aqui dentro e fora desta cidade). Não é por falta de recursos que se deixa re realizar uma festa que é referência nacional, pois os recursos que serão deslocados para pagar a banda Calcinha Preta (que segundo eco geral toca e canta em aniversário de boneca, despedida de solteiro, e festas em tudo que é cidade, povoados, festas de times de futebol), daria para garantir a realização do XXV Encontro Cultural. “O que falta é vontade política e identidade cultural”, indignou-se uma ativista cultural que preferiu preservar seu nome.
:: MURAL DE RECADOS:
“Realmente não dá pra continuar calada. Festival de Cultura de Propriá? Cadê? Agora: Carnaval antecipado... Um Pré CAJU A LÁ PROPRIÁ...ou outro título!!! Caberia bem ao que vem acontecendo com este Projeto de Festival de Cultura. Sinto-me a vontade em falar por ter sido uma das mentoras desse fantástico projeto quando da sua criação. Infelizmente os gestores municipais se perderam na História e nos conceitos de festivais ou mostras culturais. Caros conterrâneos sinto muito...Confesso saudades!!! Acompanho de longe as diversas ações realizadas neste município de tamanha grandeza cultural ... Axê pra todos! Como dizem alguns amigos faço parte da geração dos DINOSSAUROS LUTADORES CULTURAIS DE PROPRIÁ E DO ESTADO...Sou Cariri, sou de Propriá” (Tereza Cariri)
:: 17.805 ACESSOS 2004
Conforme temos registrado nas últimas publicações da Coluna ‘Fique de Olho’, hoje informamos que a Tribuna da Praia foi acessada por 3911 internautas no mês de dezembro de 2004, oito meses depois de colocá-la no ar, uma média de 126,1/dia, contra os 124,2/dia do mês anterior. Somados os 13.894 de abril, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro e novembro de 2004, atingimos um total de 17.805 no primeiro ano de operação. Atualmente a nossa freqüência diária é de 3741 acessos/dia, dados atualizados após a informação da média mensal de outubro, novembro e dezembro de 2009. Nas próximas edições, informaremos a freqüência dos meses de 2005, nosso segundo ano de operação.
:: FRASE DO DIA:
“Quando todos pensam igual é por que ninguém está pensando”. (Walter Lippmam)
:: ANTERIORES ¹:
24/01/2010 – Sindicato cobra diálogo com Paulo Britto
17/01/2010 – Povoado Alagamar: Cultura e Tradição
16/01/2010 – 150 anos da visita de D. Pedro II a Pirambu e ao Canal do Pomonga
¹ Nota: As postagens anteriores, incluindo esta, estão em nosso Site Oficial: http://www.claudomir.com.br.
___________________________________
* Claudomir Tavares (41) é professor de Sociedade e Cultura da Escola Municipal Mário Trindade Cruz (Pirambu), de História, Filosofia, Cultura Sergipana no Colégio Estadual Joana de Freitas Barbosa (Propriá). Licenciado em História pela UFS (2002), com Pós Graduação em Gestão de Recursos Hídricos (Aperfeiçoamento – Concluído - 2007/2008 / Cursando Especialização – 2009/2010) pela UFS e Didática e Metodologia do Ensino Superior pela Faculdade São Luís de França (2006). Foi secretário geral (2007/2008) e presidente (2008/2010) do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Japaratuba, membro fundador da Sociedade Sócio-Ambiental do Vale do Japaratuba - SOS Rio Japaratuba (desde 1998), presidente municipal (desde 2008) e secretário estadual de Assuntos Parlamentares do Partido Verde (da Executiva Estadual desde 2005) e Diretor-Fundador do Jornal Tribuna da Praia (Impresso desde 1983 e Online desde 2004). Mantém site, blog, twitter, perfil e comunidade no Orkut.
PSIU: A utilização deste e outros artigos deve respeitar a Lei dos Direitos Autorais. Sua veiculação deve ser previamente autorizada e as informações autorais devem ser mantidas.
Por Claudomir Tavares * | claudomir@tribunadapraia.net
O secretário afirmava que aquela era uma decisão do prefeito Paulo Britto (PT), que remanejou o encontro desde 2008 para uma outra data, para garantir os recursos necessários a sua realização. A reação de artistas e intelectuais naquele momento foi de mais completa indignação, pois esta garantia do prefeito de que o Encontro seria realizado junto com a Festa de Santo Antônio, padroeiro da cidade, como ocorreu em 2008, também seria feito em 2009. Adiou para setembro e depois frustrou a todos com a informação que os pegou de surpresa.
Integrantes da Karrankas chegaram a ventilar a idéia de chamar para a comunidade artista a responsabilidade de não deixar passar em branco um ano, o primeiro desde 1994, sem realizar o Encontro. Depois, em função do exímio tempo que restava, declinaram para a proposta de realizar o I Circuito Cultural da Karrankas. Infelizmente a idéia não pode ser concretizada, pois o grupo não viabilizou as condicionantes necessárias a sua realização. Nos ‘rendemos’ e aguardávamos, então, que pelo menos desta vez a administração municipal realizasse o XXV Encontro Cultural de Propriá, novamente concomitantemente com a Festa do Bom Jesus dos Navegantes, o que parece ser uma unanimidade na cidade de que nunca deveriam ter promovido o desmembramento, que no imaginário popular, é o fim do evento.
Na cidade a população que até o dia 16 aguardava com ansiedade a programação da Festa e Encontro, foi surpreendida quando a Tribuna da Praia divulgou com absoluta exclusividade, depois de conseguir junto ao secretário Charles Francisco de Souza (Desenvolvimento Econômico, Geração de Emprego e Renda e do Turismo), a Programação Artística (ou social). Naquele dia informávamos que o prefeito Paulo Britto havia decidido, pelo terceiro ano consecutivo, não realizar o Encontro Cultural paralelo a Festa do Bom Jesus dos Navegantes. No dia 19, divulgamos a programação completa (Religiosa – Cívica, Ecológica e Esportiva – Artística), a partir de um contato com o professor Martinho José da Silva, secretário municipal de Cultura e Meio Ambiente.
Os demais meios de comunicação, inclusive o Portal da Prefeitura, só veio divulgar a programação a partir de 20 de janeiro, os da capital, a partir do dia 21. Estava aí a prova inequívoca do nosso compromisso com as manifestações culturais de nossa gente. Mas voltaremos no final da Coluna ‘Fique de Olho’ de hoje a falar da importância do Encontro Cultural de Propriá e dos prejuízos que a sua não realização acarretam a Princesinha do São Francisco.
:: PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE
A cidade de São Cristóvão, distante 17 km de Aracaju, está em campanha para transformar a Praça São Francisco, um dos mais belos conjuntos coloniais brasileiros, em Patrimônio da Humanidade, reconhecimento que depende da chancela da UNESCO, organismo das Nações Unidas para proteção do patrimônio cultural. A campanha envolve importantes segmentos da sociedade sergipana, aos quais nos incluímos. Mas o próprio poder público de São Cristóvão poderia ter feito sua parte, ao não manter a regularidade do Festival de Arte de São Cristóvão (FASC), criado em 1972 (como parte das comemorações pela passagem dos 150 anos da independência do Brasil) pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), e hoje corre atrás do prejuízo. Não se exemplou e novamente em 2009 deixou de realizar o Encontro. Os motivos, alegam, são as constantes ondas de instabilidades que tem vitimado o município. O último foi realizado em 2005, pelo ex-prefeito José Correia, o Zezinho da Everest (PTB), afastado do cargo em 2007 e falecido em circunstâncias nunca totalmente esclarecidas em 2008.
:: PATRIMÔNIO CULTURAL COMO PILAR PARA O DESENVOLVIMENTO
Recentemente (07 a 10/01) a cidade de Laranjeiras realizou com grande efervescência seu XXXV Encontro Cultural de Laranjeiras, ocasião em que discutiu a importância do Patrimônio Cultural como pilar para o desenvolvimento. O Encontro surgiu em 1976, numa parceria entre o Ministério da Cultura e o Governo de Sergipe, como forma de fortalecer as manifestações da cultura popular, com forte apelo cultural para o folclore, do qual a cidade é uma das mais representativas expressões. Laranjeiras realiza o evento de forma ininterrupta sempre concomitante com a Festa de Santos Reis, tradição no município.
:: CULTURA E MEIO AMBIENTE
Em 1991, o Projeto Tamar e a comunidade de Pirambu criaram o Culturarte (Encontro de Cultura e Arte de Pirambu). É umas das principais atividades de preservação e valorização cultural apoiadas pelo Tamar em Sergipe. Trata-se de uma grande mostra anual de eventos que alia tradições culturais ao programa de conservação das tartarugas marinhas. Foi criado com o objetivo de fomentar a educação ambiental através da arte, reunindo a comunidade, turistas e visitantes das cidades vizinhas. Em 2009 (18 a 20/12) aconteceu a 19ª edição, homenageando um dos mestres do folclore local, o Grande Constantino (Lariô da Tartaruga), falecido em abril de 2009. Isso aconteceu nos anos anteriores, sempre homenageando no cortejo folclórico um dos mestres que foi se juntar ao Grande Pai, deixando lições inapagáveis.
:: UM ENCONTRO PARA O SENHOR DOS LABIRINTOS
Arthur Bispo do Rosário (1909-1989), o ‘Senhor dos Labirintos’, é considerado pela crítica como um dos principais artistas brasileiros do século XX, saudado nacional e internacionalmente, mas apreciado por um público ainda restrito a artistas e intelectuais. A prefeitura municipal de Japaratuba, em um reconhecimento ainda que tardio, criou em 2002 um Festival de Artes que leva o nome do gênio universal das artes plásticas. Em 2009 o município dedicou as atividades culturais e artistas desenvolvidas pelo poder público ao Centenário do Bispo, depois de 20 anos de sua passagem para o outro plano. Chegou em 2010 a sua nona edição, crescendo e consolidando-se a cada ano. É realizado dentro e ao concomitante com a Festa de Santos Reis (07 a 10/01), iniciando no dia em que esta encerra-se com a coroação dos reis e rainhas do Cacumbi e do Maracatu, prosseguindo até o dia 14, véspera da Festa das Cabadinhas (15 a 17/01).
:: A IMPORTÂNCIA DOS ENCONTROS CULTURAIS
Outras cidades sergipanas realizam anualmente seus encontros, festivais e mostras culturais, sempre com a motivação de promover e resgatar as manifestações artistas e culturais endêmicas daquelas comunidades ou presentes entre eles, fruto de heranças, tradições que se pretendem perpetuarem-se entre as gerações presentes e futuras. É o caso de Japoatã, Neópolis, Gararu, Graccho Cardoso, Itaporanga, Santo Amaro das Brotas e mais recentemente Santana do São Francisco. Esta última descobriu no período da Festa de Bom Jesus dos Navegantes (13 a 17/01) um período importante e estratégico do ponto de vista cultural, turístico e econômico para aliar a tradicional festa dos santos das águas, ao potencial artístico da cidade, que vai do artesanato/fator econômico ao samba-de-coco/fator cultural, entre outros elementos visíveis naquela manifestação da cultura sergipana.
:: O FANTÁSTICO PROJETO CHAMADO ENCONTRO CULTURAL
Surgido em 1984, das entranhas do desativado CSU (Centro Social Urbano), a época sob a responsabilidade da senhora Maria das Graças Nascimento (Dona Menininha), nos anos seguintes o Encontro Cultural foi encampado não só pelo poder público, como e principalmente pela sociedade, que se apropriou de um produto que ela se identificava. Uma de suas idealizadoras, a professora Tereza Cariri disse em postagem no Mural de Recados da Tribuna da Praia que “realmente não dá pra continuar calada (...) Caros conterrâneos sinto muito... Confesso saudades!!!”, desabava a professora e uma das principais personagens do universo cultural nos anos 80 em Propriá.
:: NÃO SE JUSTIFICA
Enquanto aos demais municípios sergipanos têm encontrado nos encontros e festivais culturais uma alavanca para o desenvolvimento sócio-cultural, como fomento para a economia da cultura e o turismo cultural, o município de própria alega que o desmembramento tem como objetivo proporcionar uma nova data no calendário cultural do município. Assim, defendemos que esta proposta seja dialogada com a sociedade, em um Simpósio ou Seminário, mas um fórum dentro do próprio Encontro Cultural. Este debate, a construção do Encontro Cultural, deveria ter integrado a pauta do 1º Seminário Municipal de Cultura (22/08) ou 1ª Conferência Municipal de Cultura (29/09), mas estes temas foram minimizados pela necessidade de discutir ‘os grandes temas nacionais’. De positivo, a criação do Conselho Municipal de Cultura, que deve se apropriar deste debate, para salvar o Encontro Municipal, realizando este, impreterivelmente, no primeiro semestre (e não junto com a Festa de Santo Antônio), fazendo-o retornar para sua data sagrada em 2011.
:: FALTA UMA POLÍTICA CULTURAL
Com todo o respeito que temos pelos que fazem a administração municipal, e eles sabem que estas críticas são fraternas, o que falta em Propriá é uma política cultural, construída a partir de um processo amplo de debate que envolva o conjunto dos artistas, dos atores sociais do universo cultural (e Propriá tem um forte repertório, aqui dentro e fora desta cidade). Não é por falta de recursos que se deixa re realizar uma festa que é referência nacional, pois os recursos que serão deslocados para pagar a banda Calcinha Preta (que segundo eco geral toca e canta em aniversário de boneca, despedida de solteiro, e festas em tudo que é cidade, povoados, festas de times de futebol), daria para garantir a realização do XXV Encontro Cultural. “O que falta é vontade política e identidade cultural”, indignou-se uma ativista cultural que preferiu preservar seu nome.
:: MURAL DE RECADOS:
“Realmente não dá pra continuar calada. Festival de Cultura de Propriá? Cadê? Agora: Carnaval antecipado... Um Pré CAJU A LÁ PROPRIÁ...ou outro título!!! Caberia bem ao que vem acontecendo com este Projeto de Festival de Cultura. Sinto-me a vontade em falar por ter sido uma das mentoras desse fantástico projeto quando da sua criação. Infelizmente os gestores municipais se perderam na História e nos conceitos de festivais ou mostras culturais. Caros conterrâneos sinto muito...Confesso saudades!!! Acompanho de longe as diversas ações realizadas neste município de tamanha grandeza cultural ... Axê pra todos! Como dizem alguns amigos faço parte da geração dos DINOSSAUROS LUTADORES CULTURAIS DE PROPRIÁ E DO ESTADO...Sou Cariri, sou de Propriá” (Tereza Cariri)
:: 17.805 ACESSOS 2004
Conforme temos registrado nas últimas publicações da Coluna ‘Fique de Olho’, hoje informamos que a Tribuna da Praia foi acessada por 3911 internautas no mês de dezembro de 2004, oito meses depois de colocá-la no ar, uma média de 126,1/dia, contra os 124,2/dia do mês anterior. Somados os 13.894 de abril, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro e novembro de 2004, atingimos um total de 17.805 no primeiro ano de operação. Atualmente a nossa freqüência diária é de 3741 acessos/dia, dados atualizados após a informação da média mensal de outubro, novembro e dezembro de 2009. Nas próximas edições, informaremos a freqüência dos meses de 2005, nosso segundo ano de operação.
:: FRASE DO DIA:
“Quando todos pensam igual é por que ninguém está pensando”. (Walter Lippmam)
:: ANTERIORES ¹:
24/01/2010 – Sindicato cobra diálogo com Paulo Britto
17/01/2010 – Povoado Alagamar: Cultura e Tradição
16/01/2010 – 150 anos da visita de D. Pedro II a Pirambu e ao Canal do Pomonga
¹ Nota: As postagens anteriores, incluindo esta, estão em nosso Site Oficial: http://www.claudomir.com.br.
___________________________________
* Claudomir Tavares (41) é professor de Sociedade e Cultura da Escola Municipal Mário Trindade Cruz (Pirambu), de História, Filosofia, Cultura Sergipana no Colégio Estadual Joana de Freitas Barbosa (Propriá). Licenciado em História pela UFS (2002), com Pós Graduação em Gestão de Recursos Hídricos (Aperfeiçoamento – Concluído - 2007/2008 / Cursando Especialização – 2009/2010) pela UFS e Didática e Metodologia do Ensino Superior pela Faculdade São Luís de França (2006). Foi secretário geral (2007/2008) e presidente (2008/2010) do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Japaratuba, membro fundador da Sociedade Sócio-Ambiental do Vale do Japaratuba - SOS Rio Japaratuba (desde 1998), presidente municipal (desde 2008) e secretário estadual de Assuntos Parlamentares do Partido Verde (da Executiva Estadual desde 2005) e Diretor-Fundador do Jornal Tribuna da Praia (Impresso desde 1983 e Online desde 2004). Mantém site, blog, twitter, perfil e comunidade no Orkut.
PSIU: A utilização deste e outros artigos deve respeitar a Lei dos Direitos Autorais. Sua veiculação deve ser previamente autorizada e as informações autorais devem ser mantidas.
Praças de esporte agonizam em Propriá (Parte I)
Estádio do Propriá é um símbolo de abandono em que se encontra o quase centenário clube da ribeirinha
Por Claudomir Tavares | claudomir@tribunadapraia.net
Atendendo sugestões de vários leitores e populares, entre os quais o radialista Tony Moreno, da equipe de esportes da Rádio Propriá FM 104,9, a Tribuna da Praia inicia na data de hoje uma série de reportagens sobre as praças de esportes da Princesinha do São Francisco, visitando os principais espaços esportivos ou o que restou deles. A gritaria geral é que a população está carente de espaços para a prática de esportes, e isto tem levado muitos jovens ao vício da embriaguês, só para ficar no exemplo das drogas lícitas.
De nossa parte até achamos que não é a falta de espaços para a prática de esportes, mas o estado de conservação em que os mesmos se encontram. Talvez o maior exemplo seja o Estádio Constantino Tavares, de propriedade do Esporte Clube Propriá, esquadrão azul, o ‘Avoengo’ da ribeirnha, fundado em 12 de Outubro de 1913 e que está prestes a comemorar (o que???) seu centenário daqui a pouco mais de três anos.
Já remonta de muitos anos que o clube de grandes alegrias (e tristeza), de risos (e lágrimas) resume-se a formar times (ou timecos) para disputar os malfadados Campeonato Sergipano da Série A2, apenas marcando posição (sempre as últimas), não almejando qualquer possibilidade de ascender a série principal do nosso futebol.
O Propriá só disputa o campeonato graças a gentileza de seu maior rival, que empresta o Estádio José Neto (ou Durval Feitosa) para que nele possa disputar suas partidas. A população de Propriá até que tem atendido os apelos dos dirigentes do clube, que une as torcidas dos dois clubes para torcer, incentivar as pretensões do ‘Avoengo’, que nada, nada e morre na praia.
A maior prova de descaso, de abandono e de visão amadorística da atual gestão (ou falta dela) do Propriá, é simbolizada pelas condições em que se encontram o seu estádio, maior patrimônio do clube, cuja situação de abandono, de falta de política de gerenciamento tem levado o clube a se comparar aos piores exemplos de futebol de várzea, aqueles que praticam o futebol como uma forma de extravagar as angústias da semana em algumas horas de lazer nos dias de sábado e domingo.
O clube não tem sido aberto para a inserção de novos sócios, não promove a inclusão de novos quadros em sua direção, faltando assim a necessária oxigenação, que possa um dia voltar a ser classificado como um clube profissional e quem, sabe, possa disputar a Série A1 e não o faça apenas como um passageiro de única temporada, que possa se manter, assim como tem feito o América, inclusive, vencendo um campeonato depois de 40 anos, graças a empenho e abnegação de cidadãos como Isaías Silva Aragão (que nos deixou em 04/12/2007) e Joaquim Feitosa (que este viva dezenas de anos).
Nos próximos dias abordaremos os estados em que se encontram outras praças de esportes, tais como Estádio João Alves Filho, Ginásio de Esportes Governador Antônio Carlos Valadares, só para citar os mais visíveis, além da falta de espaços alternativos, como quadras de esportes, campos de futebol society, entre outros. Você pode enviar suas contribuições. Críticas e sugestões são sempre bem vindas: claudomir@tribunadapraia.net
Por Claudomir Tavares | claudomir@tribunadapraia.net
De nossa parte até achamos que não é a falta de espaços para a prática de esportes, mas o estado de conservação em que os mesmos se encontram. Talvez o maior exemplo seja o Estádio Constantino Tavares, de propriedade do Esporte Clube Propriá, esquadrão azul, o ‘Avoengo’ da ribeirnha, fundado em 12 de Outubro de 1913 e que está prestes a comemorar (o que???) seu centenário daqui a pouco mais de três anos.
Já remonta de muitos anos que o clube de grandes alegrias (e tristeza), de risos (e lágrimas) resume-se a formar times (ou timecos) para disputar os malfadados Campeonato Sergipano da Série A2, apenas marcando posição (sempre as últimas), não almejando qualquer possibilidade de ascender a série principal do nosso futebol.
O Propriá só disputa o campeonato graças a gentileza de seu maior rival, que empresta o Estádio José Neto (ou Durval Feitosa) para que nele possa disputar suas partidas. A população de Propriá até que tem atendido os apelos dos dirigentes do clube, que une as torcidas dos dois clubes para torcer, incentivar as pretensões do ‘Avoengo’, que nada, nada e morre na praia.
A maior prova de descaso, de abandono e de visão amadorística da atual gestão (ou falta dela) do Propriá, é simbolizada pelas condições em que se encontram o seu estádio, maior patrimônio do clube, cuja situação de abandono, de falta de política de gerenciamento tem levado o clube a se comparar aos piores exemplos de futebol de várzea, aqueles que praticam o futebol como uma forma de extravagar as angústias da semana em algumas horas de lazer nos dias de sábado e domingo.
O clube não tem sido aberto para a inserção de novos sócios, não promove a inclusão de novos quadros em sua direção, faltando assim a necessária oxigenação, que possa um dia voltar a ser classificado como um clube profissional e quem, sabe, possa disputar a Série A1 e não o faça apenas como um passageiro de única temporada, que possa se manter, assim como tem feito o América, inclusive, vencendo um campeonato depois de 40 anos, graças a empenho e abnegação de cidadãos como Isaías Silva Aragão (que nos deixou em 04/12/2007) e Joaquim Feitosa (que este viva dezenas de anos).
Nos próximos dias abordaremos os estados em que se encontram outras praças de esportes, tais como Estádio João Alves Filho, Ginásio de Esportes Governador Antônio Carlos Valadares, só para citar os mais visíveis, além da falta de espaços alternativos, como quadras de esportes, campos de futebol society, entre outros. Você pode enviar suas contribuições. Críticas e sugestões são sempre bem vindas: claudomir@tribunadapraia.net
25/01/2010
Candelária: nunca é tarde para fazer um novo começo
Por Mariana Vieira
Na Rua Curitiba, Bairro industrial, eu fui recebida por uma senhora franzina de camisola rosa claro, feição melancólica e olhos verdes. Esta senhora atende pelo apelido de Candelária, uma figura mítica de Aracaju.
Entretanto esta mesma senhora,na década de 60,foi a prostituta mais famosa e requisitada da capital. Ela foi uma exceção entre as prostitutas, pois conseguiu desfrutar de certo glamour, tal qual assistimos nos filmes. Hoje, reclusa das badalações, ela é presidente Associação Sergipana de Prostitutas (ASP) onde luta pela cidadania das profissionais da área.
Antes de ser Candelária, Maria Niziana Castelino, ainda muito pequena, vivia só com a mãe que logo foi vítima de tuberculose, fato que ela relata sob lágrimas. Desse tempo em diante passou por um orfanato e de lá foi adotada por uma família. A mulher que a adotou agredia-lhe bastante. “Ela não me batia, ela me espancava e depois me dava banho de água de sal. Me colocava pra dormir no quintal com os cachorros”. Não agüentando tal condição de vida, foi morar nas ruas onde passou por muitas privações. “Na igreja tinha um lugarzinho onde eu me protegia de sol, de chuva, mas as beatas me expulsavam. Dormir debaixo dos bancos das praças era muito frio”.
Ela saiu das ruas para trabalhar numa casa como doméstica e num teatro, onde aprendeu a dançar. “Dançava mambo, strip-tease, e a dança dos sete véus, mas não é o strip-tease de hoje não”, afirma candelária demonstrando que rosas cobriam seus seios e partes íntimas (um pouco mais comportado do que hoje se vê). Foi no teatro que recebeu o apelido, na verdade seu nome artístico, Candelária, por ser bonita e imponente como a igreja da Candelária.
Aos 16 anos começou a trabalhar na casa de prostituição mais elegante da capital, Miramar. Candelária relata que o começo de sua vida na prostituição foi de forma ingênua, pois como era muito nova, tinha medo dos homens que recebia no quarto. Irenilde Santos, sua amiga e parceira na ASP, explica “Ela era tão linda, tão linda que nem precisa fazer nada, que o homem só de olhar, conseguia o que queria.”
Em relação aos casos e amores da época, ela afirma que não teve nenhum de grande importância, apenas um que quando ainda muito jovem prometeu-lhe casamento. Mas foram muitos os apaixonados pela jovem de corpo esguio e olhos verdes. “Teve um que se apaixonou por ela, mas ele teve que viajar para estudar fora, pois aqui em Aracaju não tinha muito recurso para ele se formar. Ele voltou faz cinco anos, mas disse que não quer ver a Candelária hoje, porque quer ficar com a última lembrança que ele tem dela, com um vestido azul que ele mais gostava. Ele não quer ver a Candelária de hoje, quer manter aquela imagem.” Irenilde comprova a visão que Candelária causou no imaginário masculino.
Durante toda a sua vida na prostituição Candelária afirma que teve todos os seus sonhos de consumo supridos, pois tudo que queria seus clientes lhe davam, desde jóias até viagens. Alega que seu maior sonho mesmo era ter uma grande família, como ela assistia no filme “A noviça rebelde”, para preencher seus vazios na época, que até hoje não foram preenchidos, segundo a própria.
Quando o assunto é família e filhos, Candelária se emociona muito, pois seu primeiro filho ficou com ela só o período de amamentação, logo após foi retirado, pelo fato de ser prostituta. Esse fato foi determinante para gerar revolta e uma certa anarquia em Candelária que afrontou a sociedade (ainda mais) moralista da época. Foi presa diversas vezes, e deportada pra seu estado de origem (PE). Por duas vezes, ainda na estrada, fugiu de volta para Aracaju. Num tempo onde a sociedade cobrava da policia que as prostitutas andassem nas ruas depois das 10 da noite para não se misturarem com mulheres de família, Candelária, à luz do dia, ousava freqüentar casas de chás e sorveterias, mas ao não ser atendida, virava as mesas. Ia presa mais uma vez, no entanto os seus clientes a soltavam.
Aos 23 anos Candelária larga a prostituição e dá um novo rumo à sua vida. “È uma lutadora. Ela realmente procura lutar pelos direitos das prostitutas. Eu vibro muito quando vejo candelária atuando nessa luta.” Essa frase foi como o médico e porta-voz do que se diz respeito a AIDS no Estado, Almir Santana, definiu Candelária. Pelo fato dela servir de intermediaria entre a secretaria de saúde e as prostitutas, por facilitar o acesso e compreender a linguagem e o cotidiano das profissionais do sexo. Essa parceria entre Almir e Candelária, visa distribuir preservativos e fazer campanhas de prevenção entre as profissionais, para que assim sejam melhor atendidas.
O trabalho da ASP não se restringe apenas a prevenção. Também oferece cursos de artesanato, culinária, informática entre outros. Planejamento familiar e apoio psicológico também estão inclusos no projeto. Não apenas as prostitutas são beneficiadas pela ASP, mas seus filhos também, acolhendo de forma ampla toda a família, o que auxilia na construção de uma base.
Através do seu trabalho, a associação foi premiada pela revista Claúdia e pela UNDP (sigla em inglês para o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas) pelo trabalho de redução de danos em drogas. Esses foram alguns dos reconhecimentos que obteve ao longo do seu trajeto.
Vale ressaltar que nem a ASP nem Candelária fazem apologia à prostituição, apenas querem garantir o direito à cidadania, saindo em defesa destas mulheres marginalizadas pela sociedade.
Ao perguntar se Candelária se considerava a ‘fada madrinha’ das prostitutas, antes mesmo da própria responder, Irenilde interrompe e dá a resposta emocionada “Mãe! Eu to dizendo isso porque é o que eu sinto por ela. Ela é a minha mãe porque o que ela faz por mim é coisa de mãe. É o que eu sempre digo: eu perdi uma mãe, mas ganhei outra.”
Candelária tem o espírito materno aflorado, e coloca esse sentimento em tudo que faz. Ela é alma da ASP e vice-versa. É de onde esta mulher de saúde debilitada tira as suas forças para viver. Com uma grande trajetória de vida, Candelária é prova viva de que nunca é tarde para fazer um novo começo.
Na Rua Curitiba, Bairro industrial, eu fui recebida por uma senhora franzina de camisola rosa claro, feição melancólica e olhos verdes. Esta senhora atende pelo apelido de Candelária, uma figura mítica de Aracaju.
Entretanto esta mesma senhora,na década de 60,foi a prostituta mais famosa e requisitada da capital. Ela foi uma exceção entre as prostitutas, pois conseguiu desfrutar de certo glamour, tal qual assistimos nos filmes. Hoje, reclusa das badalações, ela é presidente Associação Sergipana de Prostitutas (ASP) onde luta pela cidadania das profissionais da área.
Antes de ser Candelária, Maria Niziana Castelino, ainda muito pequena, vivia só com a mãe que logo foi vítima de tuberculose, fato que ela relata sob lágrimas. Desse tempo em diante passou por um orfanato e de lá foi adotada por uma família. A mulher que a adotou agredia-lhe bastante. “Ela não me batia, ela me espancava e depois me dava banho de água de sal. Me colocava pra dormir no quintal com os cachorros”. Não agüentando tal condição de vida, foi morar nas ruas onde passou por muitas privações. “Na igreja tinha um lugarzinho onde eu me protegia de sol, de chuva, mas as beatas me expulsavam. Dormir debaixo dos bancos das praças era muito frio”.
Ela saiu das ruas para trabalhar numa casa como doméstica e num teatro, onde aprendeu a dançar. “Dançava mambo, strip-tease, e a dança dos sete véus, mas não é o strip-tease de hoje não”, afirma candelária demonstrando que rosas cobriam seus seios e partes íntimas (um pouco mais comportado do que hoje se vê). Foi no teatro que recebeu o apelido, na verdade seu nome artístico, Candelária, por ser bonita e imponente como a igreja da Candelária.
Aos 16 anos começou a trabalhar na casa de prostituição mais elegante da capital, Miramar. Candelária relata que o começo de sua vida na prostituição foi de forma ingênua, pois como era muito nova, tinha medo dos homens que recebia no quarto. Irenilde Santos, sua amiga e parceira na ASP, explica “Ela era tão linda, tão linda que nem precisa fazer nada, que o homem só de olhar, conseguia o que queria.”
Em relação aos casos e amores da época, ela afirma que não teve nenhum de grande importância, apenas um que quando ainda muito jovem prometeu-lhe casamento. Mas foram muitos os apaixonados pela jovem de corpo esguio e olhos verdes. “Teve um que se apaixonou por ela, mas ele teve que viajar para estudar fora, pois aqui em Aracaju não tinha muito recurso para ele se formar. Ele voltou faz cinco anos, mas disse que não quer ver a Candelária hoje, porque quer ficar com a última lembrança que ele tem dela, com um vestido azul que ele mais gostava. Ele não quer ver a Candelária de hoje, quer manter aquela imagem.” Irenilde comprova a visão que Candelária causou no imaginário masculino.
Durante toda a sua vida na prostituição Candelária afirma que teve todos os seus sonhos de consumo supridos, pois tudo que queria seus clientes lhe davam, desde jóias até viagens. Alega que seu maior sonho mesmo era ter uma grande família, como ela assistia no filme “A noviça rebelde”, para preencher seus vazios na época, que até hoje não foram preenchidos, segundo a própria.
Quando o assunto é família e filhos, Candelária se emociona muito, pois seu primeiro filho ficou com ela só o período de amamentação, logo após foi retirado, pelo fato de ser prostituta. Esse fato foi determinante para gerar revolta e uma certa anarquia em Candelária que afrontou a sociedade (ainda mais) moralista da época. Foi presa diversas vezes, e deportada pra seu estado de origem (PE). Por duas vezes, ainda na estrada, fugiu de volta para Aracaju. Num tempo onde a sociedade cobrava da policia que as prostitutas andassem nas ruas depois das 10 da noite para não se misturarem com mulheres de família, Candelária, à luz do dia, ousava freqüentar casas de chás e sorveterias, mas ao não ser atendida, virava as mesas. Ia presa mais uma vez, no entanto os seus clientes a soltavam.
Aos 23 anos Candelária larga a prostituição e dá um novo rumo à sua vida. “È uma lutadora. Ela realmente procura lutar pelos direitos das prostitutas. Eu vibro muito quando vejo candelária atuando nessa luta.” Essa frase foi como o médico e porta-voz do que se diz respeito a AIDS no Estado, Almir Santana, definiu Candelária. Pelo fato dela servir de intermediaria entre a secretaria de saúde e as prostitutas, por facilitar o acesso e compreender a linguagem e o cotidiano das profissionais do sexo. Essa parceria entre Almir e Candelária, visa distribuir preservativos e fazer campanhas de prevenção entre as profissionais, para que assim sejam melhor atendidas.
O trabalho da ASP não se restringe apenas a prevenção. Também oferece cursos de artesanato, culinária, informática entre outros. Planejamento familiar e apoio psicológico também estão inclusos no projeto. Não apenas as prostitutas são beneficiadas pela ASP, mas seus filhos também, acolhendo de forma ampla toda a família, o que auxilia na construção de uma base.
Através do seu trabalho, a associação foi premiada pela revista Claúdia e pela UNDP (sigla em inglês para o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas) pelo trabalho de redução de danos em drogas. Esses foram alguns dos reconhecimentos que obteve ao longo do seu trajeto.
Vale ressaltar que nem a ASP nem Candelária fazem apologia à prostituição, apenas querem garantir o direito à cidadania, saindo em defesa destas mulheres marginalizadas pela sociedade.
Ao perguntar se Candelária se considerava a ‘fada madrinha’ das prostitutas, antes mesmo da própria responder, Irenilde interrompe e dá a resposta emocionada “Mãe! Eu to dizendo isso porque é o que eu sinto por ela. Ela é a minha mãe porque o que ela faz por mim é coisa de mãe. É o que eu sempre digo: eu perdi uma mãe, mas ganhei outra.”
Candelária tem o espírito materno aflorado, e coloca esse sentimento em tudo que faz. Ela é alma da ASP e vice-versa. É de onde esta mulher de saúde debilitada tira as suas forças para viver. Com uma grande trajetória de vida, Candelária é prova viva de que nunca é tarde para fazer um novo começo.
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