3 de abr de 2011

O Polivalente agoniza por falta de segurança

Estudantes saem as ruas em ato que denuncia a falta de segurança na maior escola pública do baixo São Francisco

Os estudantes do Colégio Estadual Joana de Freitas Barbosa deram na última quinta-feira, 31 de março, uma aula de cidadania, saindo em caminhada pelas ruas de Propriá denunciando a falta de segurança e constantes assaltos e intimidações que tem sido vítimas a comunidade estudantil, professores, funcionários, com furtos de seus pertences, de equipamentos da escola, da cantina e da invasão e perda de privacidade dos espaços da escola, como a quadra construída em seu interior pelo Governo de Sergipe, mas hoje controlada pela bandidagem.

O ato foi sugerido pelos alunos do 3º Seriado A, encampado pelo Grêmio Estudantil José Tibúrcio da Silva e apoiado pelos professores da instituição, que saíram em passeada pelas avenidas João Barbosa Porto, Arthur Melo, de Vitória, Augusto Maynard, encerrando com um ato realizado no comércio da cidade. Os vereadores Marcos Oliveira (PV), Rozélia da Ponte (PTC), Antídio Costa Filho (PMDB), Genival Moreira (PTC), Joseane Alves da Silva (PP) e Lúcia de Vado (DEM) compareceram ao ato. O vereador Aelson Publicidade (PDT) disponibilizou o carro do som que deu voz a manifestação.

Um aparato da Guarda Municipal, da SMTT/Polícia Militar e do Conselho Tutelar juntou-se aos manifestante, assegurando-lhes a segurança na segunda parte do trecho. A população de Propriá saudava e manifestava através de aceno sua solidariedade aos estudantes do Poli, inclusive juntando-se a eles na caminhada. “Esperamos ter sensibilizado as autoridades, o poder público para o clamor que ecoou pelas ruas de Propriá e que uma atitude seja tomada para coibir os atos marginais e proporcionar a segurança da comunidade da escola”, pontuou o professor Antônio Pereira, que conduziu o ato do carro de som.

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